Falhas em hospitais já mataram 6,3 mil em BH neste ano

 Dados do Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, divulgado apontaram problemas em hospitais provocaram 302,6 mil mortes no País no ano passado, o que representa três mortos a cada cinco minutos; em Belo Horizonte, os dados mostraram que somente nos primeiros oito meses deste ano, 6.356 óbitos foram consequência de falhas em hospitais públicos, particulares e da saúde suplementar, número que representa 82,6% de todo o ano passado

 Dados do Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, divulgado apontaram problemas em hospitais provocaram 302,6 mil mortes no País no ano passado, o que representa três mortos a cada cinco minutos; em Belo Horizonte, os dados mostraram que somente nos primeiros oito meses deste ano, 6.356 óbitos foram consequência de falhas em hospitais públicos, particulares e da saúde suplementar, número que representa 82,6% de todo o ano passado
 Dados do Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, divulgado apontaram problemas em hospitais provocaram 302,6 mil mortes no País no ano passado, o que representa três mortos a cada cinco minutos; em Belo Horizonte, os dados mostraram que somente nos primeiros oito meses deste ano, 6.356 óbitos foram consequência de falhas em hospitais públicos, particulares e da saúde suplementar, número que representa 82,6% de todo o ano passado (Foto: Leonardo Lucena)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Minas 247 - Dados do Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, divulgado nesta quarta-feira (22), apontaram problemas em hospitais provocaram 302,6 mil mortes no País no ano passado, o que representa três mortos a cada cinco minutos. Em Belo Horizonte, os dados mostraram que somente nos primeiros oito meses deste ano, 6.356 óbitos foram consequência de falhas em hospitais públicos, particulares e da saúde suplementar, número que representa 82,6% de todo o ano passado.

A média diária aumentou nos últimos anos. Em 2015 o índice foi de 9,3 óbitos diários por essa razão, número que chegou a 21 em 2016 e a 26,4 entre janeiro e outubro deste ano. Em 2014, com 378 óbitos, a média era de apenas um por dia.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que a diferença na média diária de mortes é resultado de capacitação oferecida a gestores e técnicos da rede para melhorar as notificações, de acordo com informação publicada no Estado de Minas. Os principais tipos de incidentes/eventos adversos notificados na rede de hospitais de BH são classificados como falhas durante a assistência à saúde, queda do paciente, falha na identificação do paciente, úlcera por pressão, entre outros.

continua após o anúncio

Segundo o médico Renato Couto, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos responsáveis pelo estudo, “o número de mortes por eventos adversos em hospitais brasileiros representam uma epidemia. Uma epidemia que assola também o mundo inteiro e que tem causas evitáveis”. 

Ele disse que o número de mortes por essa causa tem sido crescente porque o País consegue tratar de mais pessoas, e de forma melhor, que décadas atrás. “Há 40 anos, por exemplo, não tínhamos muito o que fazer para tratar pacientes e muitas pessoas morriam das doenças que tinham. Hoje temos tecnologia e medicamentos, mas ainda precisamos melhorar procedimentos e resultados e isso é um processo”, afirma.

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247