Fachin nega a Geddel acesso para descobrir quem entregou o bunker dos R$ 51 mi

Ministro do STF Edson Fachin negou pedido feito pelos advogados de defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima para conseguir acesso ao número de telefone do qual partiu a denúncia que resultou na apreensão de R$ 51 milhões em espécie que estavam escondidos em um apartamento ligado ao ex-ministro, em Salvador; Geddel também desejava ter acesso a identidade do policial que recebeu a denúncia, em julho deste ano, o que também foi negado por Fachin

Ministro do STF Edson Fachin negou pedido feito pelos advogados de defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima para conseguir acesso ao número de telefone do qual partiu a denúncia que resultou na apreensão de R$ 51 milhões em espécie que estavam escondidos em um apartamento ligado ao ex-ministro, em Salvador; Geddel também desejava ter acesso a identidade do policial que recebeu a denúncia, em julho deste ano, o que também foi negado por Fachin
Ministro do STF Edson Fachin negou pedido feito pelos advogados de defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima para conseguir acesso ao número de telefone do qual partiu a denúncia que resultou na apreensão de R$ 51 milhões em espécie que estavam escondidos em um apartamento ligado ao ex-ministro, em Salvador; Geddel também desejava ter acesso a identidade do policial que recebeu a denúncia, em julho deste ano, o que também foi negado por Fachin (Foto: Paulo Emílio)


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Bahia 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin negou pedido feito pelos advogados de defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima para conseguir acesso ao número de telefone do qual partiu a denúncia que resultou na apreensão de R$ 51 milhões em espécie que estavam escondidos em um apartamento ligado ao ex-ministro, em Salvador.

O pedido da defesa de Geddel para ter acesso ao número de telefone foi feito no começo de novembro e foi negado por Fachin nesta quinta-feira (14). No pedido, Geddel também desejava ter acesso a identidade do policial que recebeu a denúncia, em julho deste ano.

Em sua recusa, Fachin destacou que sua atuação nesta fase do processo se limita à supervisão dos atos investigativos e "à deliberação acerca das medidas que exigem decisão judicial", cabendo a autoridade policial avaliar a pertinência dos pedidos feitos pela defesa nesta fase do inquérito.

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