Fachin homologa delação premiada de Pedro Corrêa

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava jato na Corte, Edson Fachin, homologou a delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), que foi assinada junto a Procuradoria-Geral da República (PGR) em março de 201; em setembro do ano passado, o então relator Teori Zavascki havia solicitado a realização de novas diligências e a redução do volume de assuntos abrangidos pela delação, incluindo anexos com informações genéricas ou irrelevantes sobre o envolvimento de políticos e partidos no esquema de desvio e irregularidades na Petrobras

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava jato na Corte, Edson Fachin, homologou a delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), que foi assinada junto a Procuradoria-Geral da República (PGR) em março de 201; em setembro do ano passado, o então relator Teori Zavascki havia solicitado a realização de novas diligências e a redução do volume de assuntos abrangidos pela delação, incluindo anexos com informações genéricas ou irrelevantes sobre o envolvimento de políticos e partidos no esquema de desvio e irregularidades na Petrobras
Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava jato na Corte, Edson Fachin, homologou a delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), que foi assinada junto a Procuradoria-Geral da República (PGR) em março de 201; em setembro do ano passado, o então relator Teori Zavascki havia solicitado a realização de novas diligências e a redução do volume de assuntos abrangidos pela delação, incluindo anexos com informações genéricas ou irrelevantes sobre o envolvimento de políticos e partidos no esquema de desvio e irregularidades na Petrobras (Foto: Paulo Emílio)


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Pernambuco 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da Lava jato na Corte, Edson Fachin, homologou a delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), que foi assinada junto a Procuradoria-Geral da República (PGR) em março de 2016.

Em setembro do ano passado, o então relator Teori Zavascki havia solicitado a realização de novas diligências e a redução do volume de assuntos abrangidos pela delação, incluindo anexos com informações genéricas ou irrelevantes.

Na delação, Corrêa disse que se encontrou com o ex-presidente Lula em pelo menos duas ocasiões para tratar de propinas para o PP. Ele também cita o envolvimento de vários outros políticos e partidos no esquema de desvio e irregularidades na Petrobras.

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