Facebook chama âncoras da CNN e Fox News para programas de notícias

A CNN, da Time Warner CNN, a Fox News e a Univision normalmente atraem audiências diferentes.

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(Reuters) - O Facebook informou nesta quarta-feira que vai introduzir programas de notícias este ano ancorados por Anderson Cooper, da CNN, Shepard Smith, da Fox News, e Jorge Ramos, da Univision, na tentativa de melhorar a qualidade de notícias na rede social.

O Facebook está pagando as três empresas e outras organizações de notícias por seu serviço de vídeo, conhecido como Watch, na esperança de conter notícias falsas e impulsionar o negócio de anúncio em vídeo na rede social.

Os programas serão originais para o Facebook e lançados nos próximos meses com intervalos comerciais, disse Campbell Brown, chefe de parcerias globais de notícias do Facebook.

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“Nós tentamos formar um conjunto diverso de parceiros que já estejam produzindo notícias de qualidade e que também sejam hábeis em engajar a audiência”, disse Campbell Brown, uma ex-âncora de televisão, em uma entrevista.

A CNN, da Time Warner CNN, a Fox News e a Univision normalmente atraem audiências diferentes.

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Outros programas no Facebook Watch serão produzidos pela ABC News, da Walt Disney, pela Alabama Media Group, da Advance Publications e websites ATTN: e Mic, sendo que outras parcerias devem ser anunciadas posteriormente. Alguns programas serão diários e outros menos frequentes.

Os programas vão testar mecanismos de rede social como pesquisas, disse ela.

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Sites sociais têm sofrido para controlar notícias falsas, sensacionalismo e trotes que se espalham com facilidade nas redes sociais. Os posts têm sido alvo de acusações de fomentar divisão política ao redor do mundo e violência em países como Sri Lanka.

“Tem havido um esforço real para reduzir o sensacionalismo em busca de click”, disse Campbell Brown.

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No lado comercial, o Facebook mirou em vídeos como uma fonte de receita de publicidade conforme o registro em seu feed de notícias se torna escasso.

O Facebook vai dividir a receita de anúncios com as empresas além de pagar a elas para produzirem os programas, disse. Ela não informou os detalhes dos acordos.

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Por David Ingram

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