Ex-motorista diz que nunca trabalhou para Bruno

Ex-motorista do goleiro Bruno Fernandes, Cleiton da Silva Gonçalves, declarou à juíza Marixa Rodrigues que não teria prestado qualquer serviço para o jogador; "Eu não lembro do que eu disse há dois anos. E quando eu prestei depoimento fui forçado a confirmar tudo porque tava correndo risco de ser preso"; sessão foi suspensa por volta das 19h40 e o julgamento será retomado na manhã desta terça

Ex-motorista diz que nunca trabalhou para Bruno
Ex-motorista diz que nunca trabalhou para Bruno (Foto: Divulgação)


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O Tempo Online

Em depoimento no início da noite desta segunda-feira (19) no Fórum de Contagem, na região metropolitana da capital, o ex-motorista do goleiro Bruno Fernandes, Cleiton da Silva Gonçalves, surpreendeu o júri ao declarar à juíza Marixa Rodrigues que não teria prestado qualquer serviço para o jogador.

Segundo Cleiton, ele era apenas amigo do atleta e nunca foi seu motorista. A declaração foi dada durante o interrogatório do promotor Henry Vasconcelos, que chegou a ficar tenso depois que Cleiton negou algumas versões confirmadas, nesta segunda-feira, em Plenário. "Eu não lembro do que eu disse há dois anos. E quando eu prestei depoimento fui forçado a confirmar tudo porque tava correndo risco de ser preso", disse.

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"Fiquei algemado de seis às onze da manhã. Sofri pressão psicológica", afirmou.

Durante a maior parte do depoimento, o amigo de Bruno disse não se lembrar ou não saber responder os questionamentos feitos a ele. A advogada de Fernanda de Castro, Cátia Cilene, perguntou a Cleiton qual o primeiro lugar que ele pisou ao chegar no Rio de Janeiro, acompanhado de Bruno e Macarrão, mas ele afirmou, mais uma vez, não se lembrar. "Não lembro muito bem. Só sei que fomos para Angra dos Reis, o Bruno estava com uma loira e antes fomos para uma festa no sítio do jogador Vágner Love".

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Ao ser interrogado pelo defensor de Bruno, Rui Pimenta, Cleiton afirmou que bebe constantemente, não é religioso e que há três meses estava em falta com a Justiça Eleitoral, porque não vota e não acompanha as Eleições.

Por volta das 19h40, a juíza Marixa Rodrigues encerrou o depoimento. A sessão será retomada na manhã desta terça-feira (20). Cleiton ficará em um hotel até lá, a pedido da promotoria.

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