Eunício: ‘Reforma não será aprovada se retirar direitos’

Para o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a reforma da Previdência “não terá condição de ser aprovada retirando direitos de trabalhadores, direitos de aposentados”. Questionado sobre um possível recuo do governo em pontos polêmicos, o parlamentar disse que “não é matéria fácil nem pacífica” e que, “quanto mais próximo da eleição, mais difícil é a aprovação”

Para o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a reforma da Previdência “não terá condição de ser aprovada retirando direitos de trabalhadores, direitos de aposentados”. Questionado sobre um possível recuo do governo em pontos polêmicos, o parlamentar disse que “não é matéria fácil nem pacífica” e que, “quanto mais próximo da eleição, mais difícil é a aprovação”
Para o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a reforma da Previdência “não terá condição de ser aprovada retirando direitos de trabalhadores, direitos de aposentados”. Questionado sobre um possível recuo do governo em pontos polêmicos, o parlamentar disse que “não é matéria fácil nem pacífica” e que, “quanto mais próximo da eleição, mais difícil é a aprovação” (Foto: Rodrigo Rocha)


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Ceará 247 - “O que eu tenho dito é que a reforma da Previdência não terá condição de ser aprovada retirando direitos de trabalhadores, direitos de aposentados”, declarou nesta segunda (25) o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). O parlamentar destacou, no entanto, que a matéria ainda está sendo discutida em comissão especial e ainda vai ser pautada na Câmara.

“(A Proposta de Emenda à Constituição) ainda está na comissão da Câmara. Ninguém sabe o que a comissão vai propor. Não sabemos o que a comissão vai apoiar. Aquilo que for proposto depois vai para o plenário da Câmara. Se aprovado, o texto vai para o Senado, que vai ter um amplo debate”, continuou o cearense.

Sobre um possível recuo do governo Temer em pontos mais polêmicos da proposta, Eunício disse que  “não é matéria fácil nem pacífica” e que, “quanto mais próximo da eleição, mais difícil é a aprovação”.

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A matéria precisou ser adiada para fevereiro do ano que vem após o governo Michel Temer (MDB) não conseguir os votos suficientes para aprovar a pauta na Câmara dos Deputados.

(Com informações do jornal O Povo)

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