Estudo do IPECE analisa desempenho da geração de emprego no Ceará

Com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o IPECE acabou de divulgar um estudo sobre o desempenho da geração de emprego no Ceará. O documento Enfoque Econômico Desempenho do Emprego Celetista Cearense (nº 131 – Setembro de 2017) mostra que apesar da perda de postos de trabalho no acumulado nos últimos dois anos, o resultado positivo de setembro de 2017, consolida o quarto mês seguido de criação de vagas de emprego com carteira assinada, revelando sinais de recuperação da atividade econômica. As atividades que mais contribuíram para esse feito foram Agropecuária, Indústria de transformação, Comércio e Construção civil

Com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o IPECE acabou de divulgar um estudo sobre o desempenho da geração de emprego no Ceará. O documento Enfoque Econômico Desempenho do Emprego Celetista Cearense (nº 131 – Setembro de 2017) mostra que apesar da perda de postos de trabalho no acumulado nos últimos dois anos, o resultado positivo de setembro de 2017, consolida o quarto mês seguido de criação de vagas de emprego com carteira assinada, revelando sinais de recuperação da atividade econômica. As atividades que mais contribuíram para esse feito foram Agropecuária, Indústria de transformação, Comércio e Construção civil
Com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o IPECE acabou de divulgar um estudo sobre o desempenho da geração de emprego no Ceará. O documento Enfoque Econômico Desempenho do Emprego Celetista Cearense (nº 131 – Setembro de 2017) mostra que apesar da perda de postos de trabalho no acumulado nos últimos dois anos, o resultado positivo de setembro de 2017, consolida o quarto mês seguido de criação de vagas de emprego com carteira assinada, revelando sinais de recuperação da atividade econômica. As atividades que mais contribuíram para esse feito foram Agropecuária, Indústria de transformação, Comércio e Construção civil (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - O Ceará gerou, pelo quarto mês consecutivo, postos de trabalho com carteira assinada, finalizando, em setembro de 2017, com criação de 2.161 vagas, sendo que a maioria (1.641) ocorreu no interior do Estado. A Região Metropolitana de Fortaleza respondeu pelos demais 520 postos de trabalho. Com o desempenho, é possível verificar que o interior do Ceará tem sido o grande responsável pela geração de empregos com carteira assinada nos últimos dois meses. 

Com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, Alexsandre Lira Cavalcante, analista de Políticas Públicas, com a colaboração de Matheus dos Santos Carvalho, publicou a análise no documento Enfoque Econômico Desempenho do Emprego Celetista Cearense (nº 131 – Setembro de 2017), que acaba de ser disponibilizado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado. 

De acordo com Alexsandre Lira, na análise do desempenho do emprego celetista para os Estados da Federação, Pernambuco foi o que mais se destacou ao gerar 13.992 postos de trabalho com carteira assinada, seguido por Santa Catarina (+8.011vagas), Alagoas (+7.411 vagas) e Pará (+3.283 vagas). O Ceará ficou na sétima colocação (+2.161 vagas), logo abaixo do Paraná e Bahia.

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Ao analisar o desempenho dos municípios cearenses, o documento revela que Juazeiro do Norte foi destaque na geração de empregos, com 338 vagas, seguido por Granja (+331 vagas), Maracanaú (+233 vagas), São Gonçalo do Amarante (+189 vagas) e Sobral (+172 vagas). Por outro lado, os maiores saldos negativos foram observados em Fortaleza (-291 vagas), seguido de Iguatu (-178 vagas), Missão Velha (-120 vagas) e Russas (-103 vagas).

Alexsandre Lira observa que o saldo de empregos cearense no acumulado do ano de 2014 foi positivo, passando a registrar saldos negativos em 2015 (-34.336 vagas) e 2016 (-37.191 vagas). No entanto, ele chamada atenção que o acumulado até setembro dos últimos três anos, o saldo negativo de empregos foi nitidamente decrescente, revelando o início de uma inversão do quadro de crise iniciado em 2015.

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Já os dados obtidos para as cinco grandes regiões do país mostram que em três delas foram observados avanços na geração de empregos com carteira assinada em setembro de 2017. A região Nordeste foi o destaque com criação de 29.644 vagas, seguida pela região Sul, (+10.534 vagas) e Norte (+5.349 vagas). As regiões Sudeste (-8.987 vagas) e Centro-Oeste (-2.148 vagas).

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