Estudantes vão às ruas por segurança

Estudantes da Escola Margarez Lacet bloquearam a entrada de um conjunto residencial depois que três homens armados invadiram a unidade educacional. Num depoimento emocionado e revoltado, uma estudante declarou que o protesto é uma forma de exigir que os impostos pagos pelos pais ao governo do PSDB do governador Vilela em Alagoas sejam revertidos em segurança.

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Alagoas247 - Alunos da Escola Margarez Lacet bloquearam a entrada do Conjunto Osman Loureiro, no Tabuleiro do Martins, depois que criminosos invadiram a unidade na tarde desta sexta-feira (14). Os estudantes cobram do governo estadual reforço na segurança para que as aulas sejam retomadas.

 A estudante Lorena Letícia, de 17 anos, afirmou que esta não é a primeira vez que a unidade sofre com a violência. "O que nós queremos é que os impostos que nossos pais pagam sejam revertidos em segurança. Dias atrás, tentaram matar um de nossos amigos dentro do colégio e ele só não foi morto porque os bandidos não o encontraram. Nós estamos abandonados. Faltam professores e, acima de tudo segurança. Espero que após este protesto, as autoridades olhem com atenção para nós”.

Alunos da Escola Margarez Lacet bloquearam a entrada do Conjunto Osman Loureiro, no Tabuleiro do Martins, depois que criminosos invadiram a unidade na tarde desta sexta-feira (14). Os estudantes cobram do governo estadual reforço na segurança para que as aulas sejam retomadas.

Conforme a polícia, durante a aula de educação física, três homens armados pularam o muro da escola e anunciaram o assalto. Os estudantes tentaram fugir, mas os bandidos teriam ameaçado atirar. "É melhor vocês ficarem sentados, para o próprio bem", disse um dos bandidos.

Foram levados celulares, correntes e objetos pessoais.

Além de estudantes, professores e moradores da região fecharam a Avenida Doutor Jorge Motenegro Barros, que fica e um trevo que dá acesso a várias ruas do Conjunto Osman Loureiro. 
A estudante Lorena Letícia, de 17 anos, afirmou que esta não é a primeira vez que a unidade sofre com a violência. "O que nós queremos é que os impostos que nossos pais pagam sejam revertidos em segurança. Dias atrás, tentaram matar um de nossos amigos dentro do colégio e ele só não foi morto porque os bandidos não o encontraram. Nós estamos abandonados. Faltam professores e, acima de tudo segurança. Espero que após este protesto, as autoridades olhem com atenção para nós”.

De acordo com ela, após o assalto, a polícia demorou a chegar na escola. "Quando eles chegaram aqui disseram que só poderia fazer rondas. Mas não é isso que queremos. Queremos o Batalhão de Polícia Escolar na porta da escola", completou a estudante.

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Com gazetaweb.com

 

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