Escândalo da carne de cavalo atinge JBS e Nestlé
Gigante suíça encontra DNA do animal em produtos vendidos como carne de vaca e fornecidos pela subsidiária da brasileira na Bélgica; empresa afirma que alimentos processados foram produzidos pela alemã H.J.Schypke; foram retirados das prateleiras dos supermercados na Itália e na Espanha o ravióli e o tortelini de carne da marca Buitoni; na França, o alvo é a lasanha à bolonhesa Gourmandes
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247 – A polêmica sobre o comércio ilegal de carnes de cavalo na Europa atingiu ontem a brasileira JBS, maior processadora de carne bovina do mundo. A suíça Nestlé revelou nesta segunda-feira, 18, que realizou testes em alguns produtos que haviam sido adquiridos da subsidiária da JBS na Bélgica, a JBS Toledo, e constatou que eles continham carne de cavalo, e não de vaca, como suas embalagens indicavam.
A carne era fornecida pelo JBS, mas os alimentos processados foram produzidos pela alemã H.J.Schypke, que retirou massas produzidas com carne de cavalo de prateleiras na Itália e na Espanha.
A JBS informou que cancelou contrato com a alemã e que o abastecimento à Nestlé, a partir de agora, será feito por unidades da própria companhia fora da Europa. Já a a Nestlé optou por retirar das prateleiras dos supermercados na Itália e na Espanha produtos como o ravióli de carne e o tortelini de carne da marca Buitoni. Já na França, o produto afetado é a lasanha à bolonhesa Gourmandes. Os testes nesses produtos revelaram que mais de 1% da carne testada não era de vaca.
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