Entidades vão à Justiça para barrar volta de jatos à Pampulha

A Associação Comunitária dos Bairros Jardim Atlântico e Santa Amélia e a Associação Pro-Civitas dos Bairros São Luiz e São José, da região da Pampulha, ingressaram na Justiça Federal, na 17ª Vara de Belo Horizonte, com Ação Civil Pública contra as decisões da União e do Ministério de Transportes que permitiram a volta dos jatos comerciais no Aeroporto da Pampulha; segundo os moradores, a decisão que autorizou a liberação dos voos coloca em risco a saúde e a segurança da população, à preservação do meio ambiente e do patrimônio cultural tombado

A Associação Comunitária dos Bairros Jardim Atlântico e Santa Amélia e a Associação Pro-Civitas dos Bairros São Luiz e São José, da região da Pampulha, ingressaram na Justiça Federal, na 17ª Vara de Belo Horizonte, com Ação Civil Pública contra as decisões da União e do Ministério de Transportes que permitiram a volta dos jatos comerciais no Aeroporto da Pampulha; segundo os moradores, a decisão que autorizou a liberação dos voos coloca em risco a saúde e a segurança da população, à preservação do meio ambiente e do patrimônio cultural tombado
A Associação Comunitária dos Bairros Jardim Atlântico e Santa Amélia e a Associação Pro-Civitas dos Bairros São Luiz e São José, da região da Pampulha, ingressaram na Justiça Federal, na 17ª Vara de Belo Horizonte, com Ação Civil Pública contra as decisões da União e do Ministério de Transportes que permitiram a volta dos jatos comerciais no Aeroporto da Pampulha; segundo os moradores, a decisão que autorizou a liberação dos voos coloca em risco a saúde e a segurança da população, à preservação do meio ambiente e do patrimônio cultural tombado (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - A Associação Comunitária dos Bairros Jardim Atlântico e Santa Amélia e a Associação Pro-Civitas dos Bairros São Luiz e São José, da região da Pampulha, ingressaram na Justiça Federal, na 17ª Vara de Belo Horizonte, com Ação Civil Pública contra as decisões da União e do Ministério de Transportes que permitiram a volta dos jatos comerciais no Aeroporto da Pampulha. Segundo os moradores, a decisão que autorizou a liberação dos voos coloca em risco a saúde e a segurança da população, à preservação do meio ambiente e do patrimônio cultural tombado. 

Os moradores também fizeram representações junto ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público Federal questionando a falta de consulta pública às comunidades em relação à questão, de acordo com a assessoria de comunicação das associações.

Para Carlos Conrado, membro da Associação Pró-Civitas, as providências tomadas buscam minimizar os possíveis impactos que a volta dos jatos causaria à população. 

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“A associação defende o interesse dos moradores. São mais de 150 mil moradores afetados pela volta dos jatos. A gente busca o entendimento com a Infraero para que a população sofra o menos possível com a volta desses jatos, em uma área totalmente residencial”, explica. Relato do jornal Hoje em Dia.

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