“Enterrar a denúncia contra Aécio é idiotia parlamentar”
A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) afirmou que criticou os senadores que arquivaram o pedido de cassação de mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG), gravado pedindo propina de R$ 2 milhões à JBS e acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de tentativa de obstrução às investigações da Operação Lava Jato, da PF; "Enterrar a denúncia contra o Aécio é idiotia parlamentar", disse a parlamentar
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Atualizado em 28 de May de 2019, 09:21
A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) afirmou que criticou os senadores que arquivaram o pedido de cassação de mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG), gravado pedindo propina de R$ 2 milhões à JBS e acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de tentativa de obstrução às investigações da Operação Lava Jato, da PF; "Enterrar a denúncia contra o Aécio é idiotia parlamentar", disse a parlamentar (Foto: Leonardo Lucena)
Minas 247 - A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) afirmou que criticou os senadores que arquivaram o pedido de cassação de mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG), gravado pedindo propina de R$ 2 milhões à JBS e acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de tentativa de obstrução às investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). "Enterrar a denúncia contra o Aécio é idiotia parlamentar", disse a parlamentar.
Ao saber do arquivamento, a congressista declarou o seu repúdio durante a reunião de posse do novo Diretório Nacional do PT. "Hoje, os senadores brasileiros acabaram de enterrar a denúncia contra o Aécio no Senado. Isso é idiotia parlamentar".
A deputada faz uma análise da conjuntura política que o País enfrenta no cenário mundial que requer uma discussão ampliada. "Nós estamos vivendo um momento de pós-democracia numa sociedade pós-industrial. Se não chamarmos mais gente para participar desse debate não vamos compreender essa situação com a profundidade que ela precisa", afirma, criticando o afastamento dos parlamentares da vontade popular, ignorando limites éticos para a manutenção do poder.
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