Ensino do Piauí registra melhora em todos os índices

Problemas como o analfabetismo, evasão escolar e o baixo rendimento têm sido enfrentados; o Piauí atingiu a marca de 4.9 em 2015, superando metas do Ministério da Educação para os quatro anos seguintes; consequência é o melhor posicionamento no ranking dos estados da federação, que projetam o Piauí na 14ª posição entre as 18 maiores do país

Problemas como o analfabetismo, evasão escolar e o baixo rendimento têm sido enfrentados; o Piauí atingiu a marca de 4.9 em 2015, superando metas do Ministério da Educação para os quatro anos seguintes; consequência é o melhor posicionamento no ranking dos estados da federação, que projetam o Piauí na 14ª posição entre as 18 maiores do país
Problemas como o analfabetismo, evasão escolar e o baixo rendimento têm sido enfrentados; o Piauí atingiu a marca de 4.9 em 2015, superando metas do Ministério da Educação para os quatro anos seguintes; consequência é o melhor posicionamento no ranking dos estados da federação, que projetam o Piauí na 14ª posição entre as 18 maiores do país (Foto: Voney Malta)


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Piauí 247 - Desde 2003, a realidade da educação no Piauí tem registrado índices progressistas de nível nacional. Problemas como o analfabetismo, a evasão escolar e o baixo rendimento têm sido enfrentados no estado que já colhe frutos em um novo panorama educacional.  

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um dos indicadores que têm apontado a evolução da realidade do ensino no estado. O Piauí atingiu a marca de 4.9 em 2015, superando metas projetadas pelo Ministério da Educação para os quatro anos seguintes. Em 2005, o estado registrava índice geral de 2.8.

“O Piauí já atingiu a nota 4.9, em 2015; com certeza, ultrapassará a média 5.1 prevista para 2021 e se aproximará da nota 6.0 que é a mesma dos 20 melhores países que aplicam essa metodologia de avaliação da educação”, explicou o governador Wellington Dias que leva o título de gestão do Estado no período de crescimento.

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A consequência mais visível desse processo é o melhor posicionamento do Piauí no ranking dos estados da federação. Das últimas posições ocupadas em 2005, os novos índices do Piauí o projetam na 14ª posição entre as 18 maiores do país.

Alunos matriculados

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Nos últimos três anos, quase dobrou a quantidade de matrículas na rede pública no Piauí. No início de 2015, o Estado tinha pouco mais de 200 mil alunos matriculados. Em 2017, mais de 340 mil estudantes estiveram matriculados nas 659 escolas, distribuídas por todo o território do estado.

Evasão escolar

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Com o Mobieduca.me, a Seduc conseguiu diminuir a evasão escolar em 13% e a infrequência em 76%. Premiado nacionalmente, o sistema desenvolvido no Piauí funciona como uma agenda eletrônica que pode ser acessada pelos professores, pais e alunos. Por meio dele, é possível se informar sobre as atividades na escola, frequência escolar, notas e reuniões.

Analfabetismo 

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Em 2001, 31,81% da população piauiense a partir de cinco anos de idade era considerada analfabeta. Quatorze anos depois, o índice era de 17,78%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE. De acordo com o levantamento, a redução da taxa de analfabetismo no estado foi de aproximadamente 44% no período, quando no Brasil a redução foi de 38% e, no Nordeste, de 36%.

Pré-Enem

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Garantindo uma série de revisões preparatórias para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Pré-Enem Seduc realizou, ao longo dos últimos três anos, diversas ações para reforçar o conteúdo educacional aos alunos da rede estadual. A lista dos aprovados só cresce e, apenas em 2017, cerca de 8.000 alunos ingressaram no Ensino Superior com ajuda do programa. 

O Passe Livre Enem, outra ação do Pré-Enem, garantiu o transporte escolar no interior e cartão com créditos para os alunos da rede estadual, garantindo o transporte público coletivo gratuito nos dias de prova do Enem. Com isso, o Piauí foi por dois anos consecutivos (2016 e 2017), o estado com menor abstenção nos dias de prova do exame.

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Destaque nacional

A Unidade Escolar Augustinho Brandão, localizada na cidade de Cocal dos Alves, a 260 km de Teresina foi considerada como a de melhor ensino médio do país. Entre as escolas que atendem alunos mais pobres, com renda familiar de até um salário mínimo, a Augustinho Brandão obteve o melhor desempenho Enem de 2011. Sua média, superior à nacional, desbancou mais de cinco mil instituições públicas e privadas, ultrapassando 32 escolas do país que têm os alunos mais ricos, com renda familiar de mais de 12 salários mínimos.

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Valorização do professor

Os professores do Piauí recebem salário acima do piso nacional do magistério. Hoje, para a carga horário de 40 horas semanais, o Estado paga a professor R$ 2.960,00, bem acima do piso, que é R$ 2.455,35, pago por estados como São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina e Bahia

Somando-se os reajustes proporcionados à categoria dos professores de 2015 até hoje, os ganhos salariais chegam a 23,3%, enquanto que no mesmo período o salário mínimo subiu 19%.

De 2015 a 2017, a Seduc corrigiu a defasagem existente na promoção do magistério. Foram assinadas 4.833 mudanças de nível, promoção horizontal por tempo de serviço, e 1.367 mudanças de classe, promoção vertical por titulação acadêmica. Essas promoções impactam diretamente em melhorias salariais, além de valorizar o compromisso dos servidores para com o serviço público.

 

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