Em SP, refugiados africanos encontram em ocupação saída para falta de moradia

Ao todo, 200 famílias se distribuem nas dependências em um prédio na região da Consolação, região central da capital paulista, vindas de países como Congo, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique; segundo a Agência das Nações Unidas para os Refugiados, o mundo tem 68,5 milhões de deslocados internamente ou refugiadas

Ao todo, 200 famílias se distribuem nas dependências em um prédio na região da Consolação, região central da capital paulista, vindas de países como Congo, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique; segundo a Agência das Nações Unidas para os Refugiados, o mundo tem 68,5 milhões de deslocados internamente ou refugiadas
Ao todo, 200 famílias se distribuem nas dependências em um prédio na região da Consolação, região central da capital paulista, vindas de países como Congo, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique; segundo a Agência das Nações Unidas para os Refugiados, o mundo tem 68,5 milhões de deslocados internamente ou refugiadas (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Rede Brasil Atual - Segundo o relatório anual da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), divulgado esta semana, o mundo conta hoje com 68,5 milhões de pessoas deslocadas internamente ou refugiadas. No Brasil, que tem a cidade de São Paulo como principal destino para 52% dos refugiados, os fatores que os fizeram deixar suas terras somam-se à fragilidade das políticas públicas nacionais, principalmente no campo da habitação.

Essa realidade é confirmada por centenas de africanos que vivem em um prédio ocupado na região da Consolação, região central da capital paulista. No edifício de nove andares, são 200 famílias que se distribuem nas dependências do lugar, vindas de países como Congo, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Todos encontraram na ocupação do Movimento Brasileiros e Refugiados Juntos por Moradia uma saída de baixo custo para permanecerem no país.

"Apesar da gente ter uma estrutura um pouco melhor na cidade de São Paulo, essa estrutura é insuficiente. Ela está muito longe do ideal e é muito pouco perto da demanda que a gente vem tendo na cidade, que é cada vez maior", explica o diretor executivo do Instituto de Reintegração do Refugiado, Marcelo Haydu, à repórter Beatriz Drague Ramos, da Rádio Brasil Atual.

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A reportagem também traz a história de alguns moradores da ocupação, como a da imigrante angolana Mirra Basissa, que sonha em trazer para o país as suas duas filhas, de quatro e oito anos, que ficaram no Congo com o pai.

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