Em nota, Suape desmente trechos de matéria da Veja

Complexo Industrial e Portuário de Suape emitiu nota para desmentir informações de reportagem sobre a prisão de quatro agentes da Abin que atuavam infiltrados junto ao movimento sindical; suspeita é de que eles estariam coletando informações sobre a movimentação política do governador e virtual candidato à Presidência Eduardo Campos; no texto, o complexo portuário informa que as prisões não ocorreram e que os agentes apenas foram impedidos de ter acesso às dependências do terminal

Em nota, Suape desmente trechos de matéria da Veja
Em nota, Suape desmente trechos de matéria da Veja


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PE247 - O Complexo Industrial e Portuário de Suape emitiu uma nota de esclarecimento em que desmente alguns trechos da matéria publicada pela revista Veja desta semana acerca do episódio envolvendo agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Na matéria, a revista traz a informação que quatro agentes haviam sido presos pela Polícia Militar de Pernambuco quando atuavam infiltrados junto ao movimento sindical dos portuários que ameaçavam paralisar as atividades em função das alterações promovidas pelo Governo Federal na legislação que regulamenta o setor.

Na ocasião, os agentes foram identificados. A suspeita é que eles estariam coletando informações sobre a movimentação política do governador e virtual candidato à Presidência da República pelo PSB em 2014, Eduardo Campos. No texto, o Complexo informa que não ocorreu nenhuma prisão durante o episódio e que os agentes apenas foram impedidos de ter acesso às dependências do terminal.

Veja a íntegra da nota de esclarecimento divulgada por Suape:

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 NOTA DE ESCLARECIMENTO – 15/06/2013

Em relação à reportagem da Veja, Edição 2.326 de 19 de junho de 2013, intitulada “Quatro agentes da Abin são presos por espionar Eduardo Campos”, o Complexo Industrial Portuário de Suape esclarece:

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1.       A Polícia Militar de Pernambuco não efetuou qualquer prisão de agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no Complexo Industrial Portuário de Suape na manhã de 11 de abril de 2013. A Segurança Patrimonial do Porto apenas impediu a entrada dos agentes no porto organizado, considerado como área de segurança máxima, porque eles queriam ter acesso ao local sem identificação. O procedimento seria tomado com qualquer cidadão que desejasse fazer o mesmo.

2.       Após revelarem que eram da Abin, os agentes insistiram em ter acesso à área sem identificação, o que não foi permitido devido ao ISPS Code cumprido rigidamente por Suape. Trata-se de um código internacional para a proteção de navios e instalações portuárias, criado pela Organização Marítima Internacional (IMO), entidade vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU). O código foi instituído em 2002, após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos.

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3.       Mediante a negativa de liberação de permanência no local sem a devida identificação, os agentes da Abin deixaram o local.

 

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