Eliton rebate Iris: “Goiás deu basta ao coronelismo”
Em defesa de Perillo e do governo, vice-governador invoca fantasmas peemedebistas, como os casos Caixego e Astrográfica, a liquidação do BEG e a perseguição a servidores públicos; pepista diz que peemedebista mais uma vez se comporta com profunda arrogância e desprezo pelos integrantes do próprio partido e se "compara a Deus e a um salvador", numa postura messiânica típica de coronéis e finge desconhecer a forma “retrógrada e ultrapassada” com que governou Goiás
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Goiás247_ O vice-governador José Eliton reagiu duramente no domingo (28) às declarações do ex-prefeito Iris Rezende e rebateu com veemência as críticas do PMDB feitas durante encontro peemedebista em Catalão, no sábado. José Eliton afirmou que Iris mais uma vez se comporta com "profunda arrogância e desprezo pelos integrantes do próprio partido" e se "compara a Deus e a um salvador", numa postura messiânica"típica de coronéis", e "finge desconhecer a forma retrógrada e ultrapassada com que governou Goiás". Ele diz que esse comportamento não contempla mais as aspirações da sociedade, que quer um modelo de governante moderno, aberto ao diálogo e sintonizado com práticas democráticas. Como contraponto, o vice-governador citou as realizações do governador Marconi Perillo em diferentes áreas.
"É surpreendente a profunda arrogância do ex-prefeito, que se apresenta agora, de maneira oportunista e politiqueira, como o único salvador da pátria, como se tivesse sido enviado por Deus", disse José Eliton. Segundo o vice-governador, "esse comportamento de Iris demonstra o completo desprezo deles pelos membros de seu próprio partido, demonstrando que não reconhece em nenhum deles a capacidade de exercer política em benefício de Goiás e do Brasil". José Eliton diz que esse "comportamento é típico dos coronéis e ditadores que se acham insubstituíveis e enviados por Deus". Esse tempo de salvador da pátria já passou, diz. O que a sociedade quer, segundo o vice-governador, é um governante aberto ao diálogo e sintonizado com a interação moderna das redes sociais. “Achar que faz tudo sozinho, que é o único capaz e salvador da pátria é um modelo ultrapassado de governar”, afirma.
O vice-governador também foi extremamente duro ao rebater as críticas feitas por Iris no campo administrativo. "É de causar perplexidade a afirmação cínica e absurda de Iris de que o PMDB preparou o Estado para as transformações de infraestrutura", disse José Eliton. "É público e notório a situação de sucateamento na qual o Estado se encontrava em 1999, quando o governador Marconi assumiu pela primeira vez. Obras paradas, salários em atrasado, contas públicas completamente desarrumadas, sem falar no desaparecimento de recursos como os da venda de Cachoeira Dourada, que, aliás, quase decretou a falência da Celg", disse.
O vice-governador questionou ainda a qualidade das "poucas obras públicas" realizadas por Iris e pelo PMDB. "Ao longo de seus mandatos, o que o velho PMDB fez foi construir escolas e casas de placa (enquanto o governo Marconi reforma simultaneamente 1 mil escolas, repassando o dinheiro para os próprios diretores definiram com a comunidade o que fazer), pavimentou algumas estradas que, além não terem sequer acostamento, não duravam nem dois anos", disse. O que foi feito, acrescenta ele, não teve qualidade. Na área social, afirmou, "os goianos eram submetidos a constantes humilhações, situações desumanas para receber produtos alimentícios em filas degradantes".
O vice-governador também classificou de "vergonhosa e vexatória" a forma como "Iris e o PMDB sempre trataram o funcionalismo público". "O servidor público era diariamente tratado com desprezo, deixado fora de quaisquer prioridades, com salários achatados e congelados, em época de inflação galopante, alvos de constantes atrasados para que os governos do PMDB pudessem pagar as lambanças feitas na área administrativa e na gestão fiscal", disse o vice-governador. Citou ainda o "total descaso com os servidores, professores e policiais na segurança pública, que figuravam como os mais mal pagos e com a pior infraestrutura de trabalho do País".
O vice-governador ressaltou o trabalho do governador Marconi Perillo e de sua equipe para "além de consertar todos os estragos do PMDB e de Iris, colocar Goiás na rota da modernidade, da democracia e do diálogo, recuperando a autoestima dos goianos". Segundo José Eliton, "o governador Marconi provou e continua provando que é possível inovar sempre, renovar a administração e melhorar a vida das pessoas continuamente. O atual governo recuperou a dignidade e a confiança da população de Goiás".
"O governo Marconi constrói escolas de qualidade, trata o cidadão com dignidade e construiu a maior rede de proteção social do País, com a implantação do Renda Cidadã, do Restaurante Cidadão, do Cheque Moradia, da Bolsa Universitária e do Bolsa Esporte, que se tornaram referência para o País e foram copiados por diversos outros governos e partidos, independentemente de sua coloração partidária, entre eles o governo Lula, que adotou a ideia do cartão magnético para o pagamento do Bolsa Família por sugestão do governador Marconi", observou.
"Na saúde, tivemos que reabrir, reequipar e reestruturar a gestão dos hospitais públicos, como no caso do Hospital Geral de Goiânia (HGG), que Iris simplesmente fechou, aumentando o sofrimento da população por atendimento", citou ainda o vice-governador. "Nessa gestão, estamos revolucionando e inovando a administração dos hospitais, adotando o mesmo modelo de referência do Crer. Estamos ainda construindo o Hugo da Região Noroeste, Hospital da região Norte em Uruaçu e o Credeq, para atender à crescente demanda da nossa população por atendimento médico", disse.
Segundo José Eliton, "não é à toa que brasileiros que todas as partes do País vêm a Goiás em busca de atendimento médico, mas resultado dos excelentes profissionais, da cada vez melhor e mais equipada estrutura de atendimento e da qualidade do atendimento prestado, o que não ocorre nos postos de saúde do ex-prefeito Iris e do atual prefeito Paulo Garcia, que ele apoia".
Segundo José Eliton, o governador Marconi "continua demonstrando sua capacidade de inovar", criando programas "com grande impacto social e financeiro, como o programa Bolsa Futuro, que está preparando milhares de goianos para a nova fase de crescimento econômico de Goiás, garantindo a eles melhores empregos e salários e um incentivo financeiro durante o período em que estiverem estudando".
O vice-governador citou ainda "a determinação e a disposição do governador Marconi em buscar investimentos de todas as partes do mundo", citando a implantação da Hyundai e da Suzuki, que "mudaram a planta industrial do Estado", e de investimentos europeus e asiáticos nos mais diversos setores, "tirando Goiás do rol das economias primárias e inserindo o Estado entre as economias mais dinâmicas da América Latina". Ele cita como obras de grande porte nessa área o Aeroporto de Cargas, o Porto Seco e o Centro de Convenções de Anápolis, a recuperação, reconstrução, construção e duplicação de rodovias e novos incentivos fiscais, como os concedidos para os Parques Tecnológicos credenciados no Programa Goiano de Parques Tecnológicos (PGTec), anunciados neste mês.
Segundo o vice-governador, a população de Goiás "não quer a volta do coronelismo, da política do compadrio, das práticas atrasadas de administração do Estado e dos conluios e conchavos feitos aos sabor dos acordos políticos espúrios que têm como único intuito manter Iris e seus poucos amigos no poder". "Goiás é hoje um Estado moderno, do diálogo com todos os setores produtivos e segmentos populares, que inclui e ouve a todos. Os goianos não querem a volta das velhas práticas, como os escândalos da Caixego e da Astrográfica. Isso foi novamente expresso nas manifestações populares promovidas em todas as partes de nosso Estado", frisou José Eliton.
"Os goianos não querem mais conviver com a vergonha de ter políticos envolvidos em malversação do dinheiro público, como é o caso de Iris, que é o responsável pela vinda da empreiteira Delta para Goiás." Segundo José Eliton, "a verdade que o PMDB não consegue suportar é que, apesar de todas as tentativas politiqueiras de envolvimento de Marconi com as investigações da Operação Monte Carlo, nada restou comprovado, a não ser a tentativa evidente de um golpe para ganhar no tapetão a disputa eleitoral que o PMDB perdeu, pela quarta vez seguida, nas urnas".
E concluiu: "A população já disse seu basta final e definitivo para o PMDB por quatro eleições seguidas, mas Iris insiste em ignorar a mensagem das ruas, com arrogância dos velhos poderosos, dos coronéis destronados pela democracia". Segundo o vice-governador, "Iris e o PMDB deveriam antes explicar o que fizeram com o dinheiro da privatização de Cachoeira Dourada, porquê quebraram o BEG e devolver o dinheiro público, resultado dos impostos e poupança dos goianos, prejudicados nos casos Caixego e da Astrográfica".
“É isso que queremos para Goiás? Com certeza não", finalizou o vice-governador de Goiás.
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