Eleições 2018: Estratégia de Renan Filho é “minar” o adversário e ganhar apoios

Depois da confirmação da aliança com o PDT de Ronaldo Lessa, há cerca de um mês, a base do governador Renan Filho deve receber até a próxima semana o reforço de mais dois partidos; até o momento, pelo menos 14 partidos já estão participando formalmente da base, a maioria com espaços no primeiro ou segundo escalação; estratégia do grupo da situação agora é “minar” a base da oposição com ações em Maceió e atrair prefeitos do PP

Depois da confirmação da aliança com o PDT de Ronaldo Lessa, há cerca de um mês, a base do governador Renan Filho deve receber até a próxima semana o reforço de mais dois partidos; até o momento, pelo menos 14 partidos já estão participando formalmente da base, a maioria com espaços no primeiro ou segundo escalação; estratégia do grupo da situação agora é “minar” a base da oposição com ações em Maceió e atrair prefeitos do PP
Depois da confirmação da aliança com o PDT de Ronaldo Lessa, há cerca de um mês, a base do governador Renan Filho deve receber até a próxima semana o reforço de mais dois partidos; até o momento, pelo menos 14 partidos já estão participando formalmente da base, a maioria com espaços no primeiro ou segundo escalação; estratégia do grupo da situação agora é “minar” a base da oposição com ações em Maceió e atrair prefeitos do PP (Foto: Voney Malta)


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Por Edivaldo  Júnior - Depois da confirmação da aliança com o PDT de Ronaldo Lessa, há cerca de um mês, a base do governador Renan Filho deve receber até a próxima semana o reforço de mais dois partidos.

Atualmente, pelo menos 14 partidos já estão participando formalmente da base, a maioria com espaços no primeiro ou segundo escalação. Além do PMDB, já estão na base do governo e, tudo indicado, que também farão parte de uma mesma coligação em 2018 os seguintes partidos: PRB, PDT, PTB, PSC, PPS, PMB, PV, PRP, PSD, PHS, PCdoB, Avante e Solidariedade.

O PT de Paulão e Ricardo Barbosa já definiu a aliança, faltando apenas definir a participação no governo. O partido quer um cargo no primeiro escalão, mas pode levar dois ou três no segundo escalão.

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Outra aliança que deve ser formalizada é com o PMN, Chico Tenório. Vice-presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, o deputado estadual tem se declarado até agora como independente, revela que teve uma boa conversa com o governador: “está bem encaminhado”, resume, sem dar maiores detalhes.

Chico é forte candidato à reeleição e trabalha para viabilizar uma chapa competitiva para as próximas eleições. O PMN deve ir de Renan Filho e Renan Calheiros na majoritária e traça um caminho para proporcional, podendo sair em chapa puro sangue ou em coligação.

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Para isso, o partido já começou a filiar novos quadros. Entre os nomes já confirmados estão o delegado Antônio Carlos Lessa, o líder comunitário Fernando do Village e o comunicador Ildo Rafael.

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O grupo do governador Renan Filho ainda trabalha com a possibilidade de atrair mais um dois partidos para a base do governo. Afora isso, a estratégia será “minar” a base do principal adversário – o prefeito de Maceió, Rui Palmeira.

Na última semana, Renan Filho filiou mais dois prefeitos que eram do PSDB ao PMDB. Nos próximos dias mais três ou quatro prefeitos tucanos devem deixar o ninho.

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A baixa no partido de Rui Palmeira é grande. O PSDB elegeu 17 prefeitos em 2016 e hoje tem apenas 9. Pode ficar com 5.

O próximo alvo é o PP. Alguns prefeitos que foram eleitos pelo partido já sinalizaram que podem trocar de lado. E sem grandes resistências de Benedito de Lira e Arthur Lira. Os prefeitos podem mudar de partido, mas continuarão no compromisso de dar um voto a Biu e outro a Arthur, assim como aconteceu com os prefeitos da família Pereira. Pelo menos três de onze prefeitos do PP já estariam bem encaminhados nesta estratégia.

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Tempo

Alagoas tem hoje cerca de 32 partidos em atuação. Fora do grupo de Renan Filho poucos tem tempo de TV e fundo partidário para montar uma chapa competitiva. É o caso do PSB, de JHC e do grupo de Rui Palmeira – que tem hoje em sua base o PP de Benedito de Lira, o PR de Maurício Quintella, o DEM de Thomaz Nonô, o PROS de Bruno Toledo e o PSDB de Téo Vilela.

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Correndo por fora, mas com pouco tempo de rádio e TV, vem o PRTB de Adeilson Bezerra (que costura a formação de chapas proporcionais para deputado estadual e deputado federal – deixando para a livre escolha de seus candidatos a majoritária) e a Rede, de Heloísa Helena.

Outros partidos, como o Livres e o Podemos, também correm em faixa própria e devem definir seus rumos em breve. O Livres está sob o comando do deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) e o Podemos tem um controle tripartite (Omar Coelho, Rafael Tenório e Cícero Almeida).

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Fora disso, sobra pouco, muito pouco, para levar a frente a formação de qualquer – seja proporcional ou majoritária.

 

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