“Eleição de 2018 é de altíssima imprevisibilidade”
De acordo com o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), “há uma certa ansiedade de encontrar um candidato de centro que tenha viabilidade. Existem vários que estão disputando. Tem o Tem o Geraldo Alckmin (PSDB), o Rodrigo Maia (DEM), que vem aparecendo mais recentemente, com maior força. Tem o Henrique Meirelles (Ministro da Fazenda) e outros que podem aparecer. Então a gente se aproxima do calendário eleitoral, mas ainda tem um grau de imprevisibilidade muito grande”, disse; por enquanto, as pesquisas apontam o ex-presidente Lula como líder absoluto
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Pernambuco 247 - Ao comentar o cenário político nacional, o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), afirmou que “o pleito de 2018 é de altíssima imprevisibilidade”. “Há uma certa ansiedade de encontrar um candidato de centro que tenha viabilidade. Existem vários que estão disputando. Tem o Tem o Geraldo Alckmin (PSDB), o Rodrigo Maia (DEM), que vem aparecendo mais recentemente, com maior força. Tem o Henrique Meirelles (Ministro da Fazenda) e outros que podem aparecer. Então a gente se aproxima do calendário eleitoral, mas ainda tem um grau de imprevisibilidade muito grande”, disse. A entrevista foi concedida à Rádio Folha.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu o ápice de aprovação na série histórica das pesquisas Barômetro Político Estadão-Ipsos, enquanto outros possíveis candidatos, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), sofrem desgaste na imagem. Em dezembro, o petista teve seu sexto mês consecutivo de melhora na avaliação, chegando a 45% de aprovação. A parcela da população que o desaprova, no entanto, ainda é maior: 54%. Geraldo Alckmin aparece na pesquisa Ipsos com 19% de aprovação e 72% de desaprovação. Bolsonaro, que tem aparecido em segundo lugar em pesquisas de intenção de voto, atrás de Lula, é aprovado por 21% e reprovado por 62%, segundo o Ipsos.
Sobre o cenário local, o ministro disse que “a tendência é permanecer na base” do governador Paulo Câmara (PSB), na eleição de 2018. Jungmann informou que espera uma conversa com o chefe do executivo estadual para discutir o pleito no estado, onde a formação de um bloco de oposição conta com a presença de representantes do governo Michel Temer, como os ministros de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB), e da Educação, Mendonça Filho (DEM). “Até agora, a tendência majoritária é permanecer na base”, afirmou.
De acordo com o ministro, o debate eleitoral não deve girar em torno dos que defendem o governo Temer e os que o desaprovam. “Se a divisão for essa e acho que não vai ser, evidentemente que estaria no campo daqueles que defenderão o governo Temer, do qual participo. Mas porque digo que não será? Porque acredito que o governo vai recuperar a popularidade”, acrescentou.
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