Eduardo critica rumos da política econômica

O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, não poupou críticas à politica econômica do governo da presidente Dilma Rousseff (PT); segundo o socialista, falta um rumo estratégico para enfrentar a crise econômica internacional e promover o crescimento do País

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Paulo Emílio_PE247 - O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, não poupou críticas à politica econômica do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo o socialista, falta um rumo estratégico para enfrentar a crise econômica internacional e promover o crescimento do País.

"O fato é que nós estamos no século 21 com uma pauta do século 20, metidos numa grande crise tentando sair", afirmou em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo. Campos diz saber do esforço que a presidente Dilma vem fazendo em torno dos mais variados temas, “Mas o fato é que vamos terminar o segundo ano com um crescimento muito aquém do que desejávamos", declarou Campos. Para ele, medidas que apenas estimulam o consumo não são suficientes para garantir o crescimento da economia, sendo necessário, também, a descentralização dos recursos da União.

"Temos que ganhar esse momento na perspectiva do rumo estratégico. E esse estratégico, às vezes, parece ao país que ele está faltando", comentou. As declarações do governador foram feitas após a participação no seminário "Novos ventos da política brasileira", promovido pelo jornal Valor Econômico.

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O socialista também reconheceu o avanço promovido por lideranças políticas anteriores, em referência aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso. "Quando o Brasil decidiu por fim ao ciclo inflacionário (...) houve lideranças que souberam expressar esse entendimento. (...) Na hora em que o Brasil viu que com 50 milhões de pessoas na miséria não ia a canto nenhum e que isso era não só política social, mas sobretudo uma política econômica, tivemos esse consenso construído”, observou.

Apesar disto, ele alertou que é necessário ter cuidado para não colocar a economia do País em risco. "Tem que ter estratégia na condução dessa travessia. Se errarmos, vamos ter um ano de 2013 que não será à altura que o Brasil espera."

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Sobre as especulações em torno da sua candidatura, Eduardo disse, mais uma vez, que o momento não é de “eleitoralizar” a discussão, para logo em seguida dizer que o País “ousou” nas últimas eleições e que compete aos novos ventos cuidar da nova pauta do Brasil.

 

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