Economist: BH pode ser Vale do Silício brasileiro

Uma reportagem da edição desta semana da revista britânica The Economist, intitulada “Samba in the Valley” (Samba no Vale), aborda o crescimento do setor de Tecnologia da Informação (TI) em Belo Horizonte, comparando a capital mineira ao Vale do Silício, na Califórnia, um dos grandes polos de inovação e tecnologia no mundo

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Agência Minas - Uma reportagem da edição desta semana da revista britânica The Economist, intitulada “Samba in the Valley” (Samba no Vale), aborda o crescimento do setor de Tecnologia da Informação (TI) em Belo Horizonte, comparando a capital mineira ao Vale do Silício, na Califórnia, um dos grandes polos de inovação e tecnologia no mundo.

O fio condutor do texto é o caso de sucesso do grupo de cerca de 50 startups autointitulado “San Pedro Valley” por se localizar no bairro de São Pedro, na zona sul da capital mineira. Um de seus membros, a empresa Samba Tech, que surgiu em Belo Horizonte em 2004, “agora possui escritórios em São Paulo, Buenos Aires e Miami, e vende plataformas de vídeo online em toda a América Latina”, destaca a reportagem.

“Que Belo Horizonte pudesse tirar das maiores e mais ricas São Paulo e Rio de Janeiro o título de ‘Vale do Silício do Brasil’ pode parecer forçado. Mas uma nova e ampla classe média, com preferências que se transformam rapidamente e o apetite voraz dos brasileiros pelas mídias sociais fornecem uma variedade de oportunidades para desafiar as novas empresas”, destaca o texto.

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A publicação aponta, ainda, que Belo Horizonte tem uma força de trabalho que se destaca por ser “bem educada”. “Quatro das dez melhores universidades do país, segundo o Ministério da Educação, estão em Minas Gerais. Um custo mais baixo de vida também ajuda”, afirma a matéria.

O texto também cita os incentivos do Governo Federal e do Governo de Minas para estimular o crescimento de empresas de tecnologia da informação, como o projeto do Ministério da Ciência e Tecnologia que escolheu Minas Gerais como uma das aceleradoras de empresas do setor. Na iniciativa, 100 startups vão receber, cada uma, por 12 meses, R$ 200 mil para desenvolver negócios e ajudar a transformar Minas num estado líder no setor.

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Aceleradoras são grupos que reúnem membros do governo, academia e entidades representativas do setor com o objetivo de impulsionar as chamadas startups. O projeto da aceleradora mineira foi desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) em parceria com a Sociedade Mineira de Software (Fumsoft).

Clique aqui para ler a reportagem completa, em inglês, no site da The Economist.

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