“É muita covardia” no governo Temer, diz Paim

O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que, segundo o parlamentar, penaliza o trabalhador com, salários menores e sem direitos da CLT, como 13°, férias, etc"; "É muita covardia. O Brasil está caminhando para o trabalho escravo. A reforma trabalhista é um retrocesso. E ainda querem acabar com a Previdência", escreveu Paim em sua conta no Twitter

O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que, segundo o parlamentar, penaliza o trabalhador com, salários menores e sem direitos da CLT, como 13°, férias, etc"; "É muita covardia. O Brasil está caminhando para o trabalho escravo. A reforma trabalhista é um retrocesso. E ainda querem acabar com a Previdência", escreveu Paim em sua conta no Twitter
O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que, segundo o parlamentar, penaliza o trabalhador com, salários menores e sem direitos da CLT, como 13°, férias, etc"; "É muita covardia. O Brasil está caminhando para o trabalho escravo. A reforma trabalhista é um retrocesso. E ainda querem acabar com a Previdência", escreveu Paim em sua conta no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio Grande do Sul 247 - O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que, segundo o parlamentar, penaliza o trabalhador com, salários menores e sem direitos da CLT, como 13°, férias, etc".

"É muita covardia. O Brasil está caminhando para o trabalho escravo. A reforma trabalhista é um retrocesso. E ainda querem acabar com a Previdência", escreveu Paim em sua conta no Twitter.

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado no começo deste mês, apontou que 66% dos brasileiros são contrários as mudanças nas regras da aposentadoria e dos benefícios sociais como deseja o governo. 

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"Em 2017 conforme o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), 20 mil trabalhadores com carteira assinada foram demitidos. Já a contratação p/ empregos informais, s/direitos trabalhistas, precários, como é o trabalho intermitente, aumentou na mesma proporção. Ou seja, demite o trabalhador formal e contrata o informal", acrescentou.

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