Dos últimos seis anos, 2013 é o de melhor perspectiva econômica para Sergipe
Quem dá essa garantia é a dirigente do Sindat, Anadja Indayá Andrade; “no cenário nacional não se vislumbram sérias crises, a isenção do IPI foi reduzida, o superávit primário de janeiro, que ultrapassou os R$ 32 bilhões, foi o maior da série histórica do Banco Central”; segundo ela, em Sergipe, “todas as receitas estão crescendo”: ICMS, FPE e royalties; ela diz que se quiser, Déda pode conceder bons reajustes salariais para servidores
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Sergipe 247 – Integrante do Conselho Deliberativo do Sindicato dos Auditores Tributários de Sergipe (Sindat), Anadja Indayá Andrade, diz, em entrevista ao Jornal da Cidade na edição de domingo e segunda (10 e 11 de março) que as finanças do Estado vão bem com perspectivas de melhoras. “Este é um ano promissor de recuperação da economia. Dos últimos seis anos, 2013 é o de melhor perspectiva econômica”, afirma.
O que a leva a defender esta tese é a situação das finanças do país. “No cenário nacional não se vislumbram sérias crises, a isenção do IPI foi reduzida, o superávit primário de janeiro, que ultrapassou os R$ 32 bilhões, foi o maior da série histórica do Banco Central”, informa.
Além disso, Anadja Andrade afirma que em Sergipe, “todas as receitas estão crescendo”: o ICMS subiu 23% e o FPE cresceu 26%, o que representa R$ 900 milhões a mais nas contas do Estado. E não para por aí: as receitas não tributárias, entre elas os royalties, cresceram 18% no ano passado (mais R$ 300 milhões).
Para ela, o Governo Marcelo Déda (PT) tem condições de atender às solicitações das categorias de trabalhadores, que pedem reajustes salariais. “Já virou praxe secretário ir a público e divulgar que o Estado não tem recursos para contemplas essas demandas. O Sindat demonstra a sociedade que os números apresentados pelo secretário são estranhos”, diz a dirigente do sindicato, para em seguida fazer um afago em Déda.
“Desde o seu primeiro mandato, o governador Marcelo Déda vem mantendo o poder aquisitivo do funcionalismo público estadual, evitando a corrosão salarial pela inflação. Não há motivos para ser diferente agora”, ressalta.
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