Dória saiu, mas cracolândia continua
Mesmo depois de ser alvo de uma megaoperação policial, a Cracolândia resiste, espalhada pelo centro da cidade de São Paulo. Acabar com ela foi uma das metas do ex-prefeito João Doria, que deixou o cargo para se dedicar à campanha rumo ao governo estadual; no mesmo quadrilátero, usuários dividem território com espigões residenciais de 17 andares, recém-construídos. Moradores vivem clima de incerteza
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SP 247 - Mesmo depois de ser alvo de uma megaoperação policial, a Cracolândia resiste, espalhada pelo centro da cidade de São Paulo. Acabar com ela foi uma das metas do ex-prefeito João Doria, que deixou o cargo para se dedicar à campanha rumo ao governo estadual.
No mesmo quadrilátero, usuários dividem território com espigões residenciais de 17 andares, recém-construídos. Moradores vivem clima de incerteza e, conforme relato do Estadão, o acirramento da tensão tem provocado conflitos com guardas-civis e policiais, e também invasões nos novos prédios". Os relatos são do Estadão.
O governo estadual corre para terminar algumas obras próximas ao local.
"Vai ser guerra, irmão! Quando entregarem esses prédios, é que vão querer tirar a gente. Só que a Cracolândia é território nosso, tá ligado? A gente cai para cima", disse um rapaz, de bicicleta e cachimbo na mão.
Em nota, Doria afirmou que "a estrutura física da Cracolândia, como existiu por mais de 20 anos, nos quarteirões entre a Helvét Dino Bueno, de fato acabou no dia 21 de maio com a ação do Projeto Redenção".
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