Doria, que chamou 30 milhões de grevistas de vagabundos, pede bom senso

Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), pediu que a Central única dos Trabalhadores (CUT) use o bom senso após a Justiça determinar que os sindicalistas evitem fazer o seu ato em alusão ao Dia do Trabalho, no dia 1 de maio, na avenida Paulista; gestão tucana havia obtido uma liminar na Justiça que estipulava uma multa de R$ 10 milhões caso o ato fosse realizado na Paulista; "Espero que a CUT tenha bom senso e equilíbrio e não provoque o confronto", disse Doria; CUT, porém, afirmou que conseguiu um acordo e o ato será realizado conforme o previsto

Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB)
Prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) (Foto: Paulo Emílio)


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São Paulo 247 - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), pediu que a Central única dos Trabalhadores (CUT), use o bom senso após a Justiça determinar que os sindicalistas evitem fazer o seu ato em alusão ao Dia do Trabalho, no dia 1 de maio, na avenida Paulista. Neste sábado (29), a gestão tucana havia obtido uma liminar na Justiça que estipulava uma multa de R$ 10 milhões caso o ato fosse realizado na Paulista. A CUT, porém, afirmou que conseguiu um acordo e o ato será realizado conforme o previsto.

Doria disse, ainda, que a central sindical não pediu autorização para realizar o ato na avenida Paulista e disse que existe um terno de ajuste de conduta (TAC), firmado junto ao Ministério Público estadual, que permite a realização de apenas três eventos anuais na via: Parada do Orgulho LGBT, a Corrida de São Silvestre e a festa de Réveillon.

"Espero que a CUT tenha bom senso e equilíbrio e não provoque o confronto", disse Doria. Apesar da declaração do prefeito, a CUT disse ter firmado um acordo junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, após recorrer da decisão judicial que proibia o ato no dia 1º de maio.

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