Docentes da rede estadual param por 24 horas
Os 115 dias da maior greve da história dos professores na Bahia (entre maio e agosto deste ano) não foram o bastante para que a categoria e o governo do estado se entendessem; Na última sexta-feira (28) fizeram paralisação de 24 horas e repetem a medida nesta quarta; "Continuamos (com as paralisações) porque o governo ainda não sentou para negociar. Enquanto isso não acontecer, a gente continua", afirma Rui Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB)
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Bahia 247
Os 115 dias da maior greve da história dos professores na Bahia (entre maio e agosto deste ano) não foram o bastante para que a categoria e o governo do estado se entendessem. Na última sexta-feira (28) fizeram paralisação de 24 horas e repetem a medida nesta quarta.
Os docentes reivindicam ajustes salariais e cobram do governo o cumprimento do acordo feito nas negociações pelo fim da greve. A categoria fez manifestação às 9h na Praça da Piedade e em várias cidades do interior.
"Continuamos (com as paralisações) porque o governo ainda não sentou para negociar. Enquanto isso não acontecer, a gente continua", afirma Rui Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB).
A decisão de parar as atividades foi tomada em assembleia realizada no dia 18 de outubro. Outra assembleia está marcada para a segunda quinzena de outubro.
Durante a greve, as exigências dos docentes para o encerramento estavam a não punição dos professores demitidos e a retirada dos processos administrativos daqueles que estavam em estado probatório; a devolução imediata dos quatro salários confiscados durante a greve; a devolução da contribuição mensal da APLB; além da reabertura da mesa de negociação.
Segundo a APLB, não houve avanço até então e uma nova greve não está descartada pelos professores.
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