Diretor da ANTT pediu propina de R$ 1,2 milhão no Rodoanel de Alckmin

Linha de frente na diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desde agosto de 2016, o engenheiro Mário Rodrigues Júnior aparece nas delações da Odebrecht pedindo R$ 1,2 milhão sobre as obras do Rodoanel de São Paulo, obra foi licitada em 2006, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB); o dinheiro serviria para financiar campanhas eleitorais, apontadas pelo diretor Roberto Cumplido; segundo o executivo, todas as construtoras que participaram da obra foram cobradas por Rodrigues, que na época era diretor de Engenharia da Dersa

Linha de frente na diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desde agosto de 2016, o engenheiro Mário Rodrigues Júnior aparece nas delações da Odebrecht pedindo R$ 1,2 milhão sobre as obras do Rodoanel de São Paulo, obra foi licitada em 2006, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB); o dinheiro serviria para financiar campanhas eleitorais, apontadas pelo diretor Roberto Cumplido; segundo o executivo, todas as construtoras que participaram da obra foram cobradas por Rodrigues, que na época era diretor de Engenharia da Dersa
Linha de frente na diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desde agosto de 2016, o engenheiro Mário Rodrigues Júnior aparece nas delações da Odebrecht pedindo R$ 1,2 milhão sobre as obras do Rodoanel de São Paulo, obra foi licitada em 2006, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB); o dinheiro serviria para financiar campanhas eleitorais, apontadas pelo diretor Roberto Cumplido; segundo o executivo, todas as construtoras que participaram da obra foram cobradas por Rodrigues, que na época era diretor de Engenharia da Dersa (Foto: Romulo Faro)


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SP 247 - Linha de frente na diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desde agosto de 2016, o engenheiro Mário Rodrigues Júnior aparece nas delações da Odebrecht pedindo R$ 1,2 milhão sobre as obras do Rodoanel de São Paulo, obra foi licitada em 2006, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

O dinheiro serviria, segundo Odebrecht, para financiar campanhas eleitorais, apontadas pelo diretor Roberto Cumplido. Segundo o executivo, todas as construtoras que participaram da obra foram cobradas por Rodrigues, que na época era diretor de Engenharia da Dersa.

Foi com as credenciais de gestor de obras públicas que Rodrigues chegou ao governo federal por indicação do PR. Ele ocupou uma diretoria da ANTT entre 2008 e 2012. Depois, foi diretor da Valec, a empresa estatal responsável pela construção de ferrovias federais. Chegou à presidência da empresa de 2015 e lá ficou até agosto do ano passado, quando foi novamente indicado para a diretoria da agência reguladora.

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Em nota, o governador Geraldo Alckmin negou "qualquer irregularidade". "Jamais pedi recursos irregulares em minha vida política, nem autorizei que o fizessem em meu nome. Jamais recebi um centavo ilícito. Da mesma forma, sempre exigi que minhas campanhas fossem feitas dentro da lei", diz o tucano.

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