Dilma deve voltar a Pernambuco neste mês
A situação crítica por conta da seca em Pernambuco poderá fazer com que a presidente Dilma Rousseff (PT) desembarque novamente no Estado, provavelmente nos dias 19 e 20 deste mês, para realizar vistorias e a inaugurar obras, além de anunciar novas medidas emergenciais contra a estiagem
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PE247 – A situação crítica por conta da seca em Pernambuco poderá fazer com que a presidente Dilma Rousseff (PT) desembarque no Estado, provavelmente nos dias 19 e 20 deste mês. O objetivo será a vistoria e a inauguração de obras além do anúncio de novas medidas emergenciais para socorrer os municípios afetados pela maior estiagem dos últimos 50 anos na Região Nordeste. A informação veio do Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB).
A petista deverá visitar o município de Serra Talhada, Sertão do Estado, onde participará da cerimônia de inauguração da Adutora do Pajeú, com 600 quilômetros de extensão e levar água a 20 cidades pernambucanas e oito na Paraíba. De acordo com o ministro Fernando Bezerra Coelho, a chefe do Executivo federal também visitará os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte.
“A presidente Dilma me pediu para organizar uma agenda no Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte, ainda em dezembro, por volta do dia 19 e 20. A nossa expectativa é que ela visite o município de Serra Talhada para participar da inauguração da Adutora do Pajeú. A cidade está na iminência de um colapso no fornecimento de água e adutora pode dar uma solução definitiva para a situação”, disse o ministro em entrevista à Rádio Folha.
A última visita da presidente Dilma a Pernambuco ocorreu em fevereiro, quando veio acompanhar o andamento das obras da transposição do Rio São Francisco e da Ferrovia Transnordestina. A confirmação sobre a vinda da petista só deve ocorrer na próxima semana.
Adutora do Pajeú - A obra, que teve coordenação do Ministério da Integração Nacional, consistiu na construção de 15 reservatórios de água, 18 estações elevatórias e duas unidades de captação. O investimento foi de R$ 525 milhões e teve execução do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnosc).
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