Diálogos citam entregas de R$ 1,5 mi a ex-assessor de Geraldo Alckmin
A Polícia Federal recuperou diálogos que comprometem um ex-assessor de Geraldo Alckmin (PSDB); na gravação, funcionários de uma transportadora de valores usada pela Odebrecht citam entregas de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo na casa do advogado Sebastião Eduardo Alves de Castro, à época assessor do governo Alckmin; o ex-secretário de Planejamento e tesoureiro da campanha do tucano Marcos Monteiro também está envolvido nas conversas
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247 - A Polícia Federal recuperou diálogos que comprometem um ex-assessor de Geraldo Alckmin (PSDB). Na gravação, funcionários de uma transportadora de valores usada pela Odebrecht citam entregas de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo na casa do advogado Sebastião Eduardo Alves de Castro, à época assessor do governo Alckmin. O ex-secretário de Planejamento e tesoureiro da campanha do tucano Marcos Monteiro também está envolvido nas conversas.
Um fac-símile da reprodução da conversa foi disponibilizado pela Polícia Federal:

Segundo a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, "as mensagens relacionadas a Alves de Castro contêm os mesmos valores e senhas vinculados aos supostos repasses de caixa dois para a campanha de Alckmin nas planilhas da Odebrecht."
O ex-presidente de Infraestrutura da empreiteira, Benedicto Junior, o ‘BJ’, afirma que o destinatário de recursos para a reeleição do tucano a governador em 2014 seria Marcos Monteiro. O codinome usado pelos delatores da Odebrecht, segundo a Polícia Federal, para Marcos Monteiro era ‘M&M’.
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