Desvios no SUS: PF faz operação em AL, SE, BA e GO

A Polícia Federal (PF) cumpre quatro mandados de prisão temporária, um de condução coercitiva e oito de busca e apreensão em Alagoas, Sergipe, Bahia e Goiás; em Alagoas, os mandados são cumpridos nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro; duas pessoas já estão presas; alvos da operação, chamada de "Hoder", são suspeitos de desvio de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)

A Polícia Federal (PF) cumpre quatro mandados de prisão temporária, um de condução coercitiva e oito de busca e apreensão em Alagoas, Sergipe, Bahia e Goiás; em Alagoas, os mandados são cumpridos nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro; duas pessoas já estão presas; alvos da operação, chamada de "Hoder", são suspeitos de desvio de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)
A Polícia Federal (PF) cumpre quatro mandados de prisão temporária, um de condução coercitiva e oito de busca e apreensão em Alagoas, Sergipe, Bahia e Goiás; em Alagoas, os mandados são cumpridos nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro; duas pessoas já estão presas; alvos da operação, chamada de "Hoder", são suspeitos de desvio de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) (Foto: Voney Malta)


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Alagoas 247 - A Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta terça-feira (13), quatro mandados de prisão temporária, um de condução coercitiva e oito de busca e apreensão em Alagoas e em dois estados. Duas pessoas já estão presas.

Os alvos da operação, chamada de "Hoder", são suspeitos de desvio de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em Alagoas, os mandados são cumpridos nas cidades de Maceió e de Marechal Deodoro. Outros alvos são as cidades de Itabaiana-SE, Brumado-BA e Goiânia-GO.

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De acordo com a polícia, um inquérito de outubro de 2016 apura o desvio de verbas do Programa Nacional de Combate ao Glaucoma e da Política Nacional de Procedimentos Cirúrgicos Eletivos de Médica Complexidade.

No decorrer das investigações, ficou comprovada a existência de uma organização criminosa que lesava a União, através do SUS, prestando informações incoerentes sobre atendimentos médicos e fornecimento de medicamentos.

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O esquema, segundo a PF, resultou no recebimento, por empresas ligadas aos investigados, de recursos financeiros em montante significativamente superior ao que deveria ter sido repassado.

Em auditorias realizadas pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus), determinou-se o ressarcimento de cerca de R$ 9.300.000,00 à União em face de constatações de irregularidades.

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Na investigação, constatou-se que as práticas ilegais permanecem até a atualidade, sendo certo que, entre 2014 e 2016, somente a empresa sediada em Maceió recebeu R$ 16 milhões do SUS para custear consultas e fornecimento de colírios. 

As apurações que estão sendo realizadas têm também o escopo de averiguar a parcela desses valores que foi desviada.

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Está sendo utilizado um efetivo de 50 policiais federais das Superintendências Regionais da PF em Alagoas, Bahia e Goiás para execução das medidas judiciais, além de auditores do Denasus e RFB.

Além da PF, participam da operação a Receita Federal do Brasil e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde. 

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Com gazetaweb.com e assessoria

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