Destruição da indústria naval atinge cidades gaúchas

O golpe parlamentar que arruinou a economia e a imagem do Brasil e alçou Michel Temer ao Poder, e os efeitos da operação Lava Jato causaram estrago gigantesco no polo da indústria naval do Rio Grande do Sul; juntos, os três estaleiros gaúchos QGI, Rio Grande e EBR empregavam 23 mil pessoas em 2013; hoje, o contingente é de 3,1 mil trabalhadores empregados e as construções em curso terminam no primeiro trimestre de 2018, o que significa mais demissões em breve; "A cidade sentiu-se convidada a embarcar em um projeto industrial de 30 ou 40 anos", diz, desapontado, o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT); dispensas no polo naval provocaram efeito cascata no comércio local e serviços. A arrecadação de impostos caiu e a criminalidade aumentou

O golpe parlamentar que arruinou a economia e a imagem do Brasil e alçou Michel Temer ao Poder, e os efeitos da operação Lava Jato causaram estrago gigantesco no polo da indústria naval do Rio Grande do Sul; juntos, os três estaleiros gaúchos QGI, Rio Grande e EBR empregavam 23 mil pessoas em 2013; hoje, o contingente é de 3,1 mil trabalhadores empregados e as construções em curso terminam no primeiro trimestre de 2018, o que significa mais demissões em breve; "A cidade sentiu-se convidada a embarcar em um projeto industrial de 30 ou 40 anos", diz, desapontado, o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT); dispensas no polo naval provocaram efeito cascata no comércio local e serviços. A arrecadação de impostos caiu e a criminalidade aumentou
O golpe parlamentar que arruinou a economia e a imagem do Brasil e alçou Michel Temer ao Poder, e os efeitos da operação Lava Jato causaram estrago gigantesco no polo da indústria naval do Rio Grande do Sul; juntos, os três estaleiros gaúchos QGI, Rio Grande e EBR empregavam 23 mil pessoas em 2013; hoje, o contingente é de 3,1 mil trabalhadores empregados e as construções em curso terminam no primeiro trimestre de 2018, o que significa mais demissões em breve; "A cidade sentiu-se convidada a embarcar em um projeto industrial de 30 ou 40 anos", diz, desapontado, o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT); dispensas no polo naval provocaram efeito cascata no comércio local e serviços. A arrecadação de impostos caiu e a criminalidade aumentou (Foto: Aquiles Lins)


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Rio Grande do Sul 247 - O golpe parlamentar que arruinou a economia e a imagem do Brasil e alçou Michel Temer ao Poder, somado aos efeitos da operação Lava Jato causaram estrago gigantesco no polo da indústria naval do Rio Grande do Sul. 

Como informa reportagem de Sergio Ruck Bueno, do Valor Econômico, o polo naval gaúcho é formado pelos estaleiros QGI, da Queiroz Galvão e Iesa Óleo & Gás, e Rio Grande, da Ecovix, que está em recuperação judicial, ambos em Rio Grande. Na vizinha São José do Norte, de 27 mil habitantes, opera o EBR, da SOG Óleo e Gás e Toyo Engineering.

No auge das obras de cascos e módulos para plataformas, em 2013, os três empregavam 23 mil pessoas. Hoje, o contingente é de 3,1 mil e as construções em curso terminam no primeiro trimestre de 2018, o que significa mais demissões em breve.

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"A cidade sentiu-se convidada a embarcar em um projeto industrial de 30 ou 40 anos", diz o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT). O número de desempregados só não é maior porque boa parte era de outras cidades gaúchas e de outros Estados, que voltaram às suas regiões. Os que conseguem emprego na cidade ganham muito menos do que recebiam nos estaleiros e a maioria sobrevive de pequenos bicos. As dispensas no polo naval provocaram efeito cascata no comércio local e serviços. A arrecadação de impostos caiu e a criminalidade aumentou.

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