Desenvolvimento do Ceará não se reflete em mudança na desigualdade regional

Apesar do crescimento da economia e da estabilidade financeira do Ceará, o quadro de desigualdade regional não sofreu alteração e a riqueza continua fortemente concentrada na capital e na região metropolitana. Dos 184 municípios cearenses, seis são responsáveis por uma participação de 60,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Destes, só Fortaleza responde por 43,2 por cento do Índice, mas a concentração é ainda maior se for considerada a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), com  65,2 por cento do PIB. Os 15  menores municípios participam com apenas 0,5 por cento do PIB estadual, com forte participação das atividades de Administração Pública e de Serviços

Apesar do crescimento da economia e da estabilidade financeira do Ceará, o quadro de desigualdade regional não sofreu alteração e a riqueza continua fortemente concentrada na capital e na região metropolitana. Dos 184 municípios cearenses, seis são responsáveis por uma participação de 60,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Destes, só Fortaleza responde por 43,2 por cento do Índice, mas a concentração é ainda maior se for considerada a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), com  65,2 por cento do PIB. Os 15  menores municípios participam com apenas 0,5 por cento do PIB estadual, com forte participação das atividades de Administração Pública e de Serviços
Apesar do crescimento da economia e da estabilidade financeira do Ceará, o quadro de desigualdade regional não sofreu alteração e a riqueza continua fortemente concentrada na capital e na região metropolitana. Dos 184 municípios cearenses, seis são responsáveis por uma participação de 60,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Destes, só Fortaleza responde por 43,2 por cento do Índice, mas a concentração é ainda maior se for considerada a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), com  65,2 por cento do PIB. Os 15  menores municípios participam com apenas 0,5 por cento do PIB estadual, com forte participação das atividades de Administração Pública e de Serviços (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - O último Informe n° 121 – Dezembro/2017, que acaba de ser disponibilizado pelo o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag) do Estado, reafirma a desigualdade e a concentração de renda no Ceará. Apesar do crescimento da economia e da estabilidade financeira do Ceará, o quadro de desigualdade não sofreu alteração e a riqueza continua fortemente concentrada na capital e na região metropolitana.

De acordo com os dados, dos 184 municípios cearenses, seis (Fortaleza, Maracanaú, Caucaia, Sobral, Juazeiro do Norte e Eusébio) são responsáveis por uma participação de 60,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de 2015. Destes, só Fortaleza responde por 43,2 por cento do Índice, mas a concentração ainda maior se for considerada a Região metropolitana de Fortaleza (RMF):  65,2 por cento do PIB.

O boletim apresentou a distribuição espacial do PIB per capita dos municípios cearenses, onde se destaca-se a elevada concentração da atividade produtiva do estado nos municípios localizados na Região Metropolitana de Fortaleza, com a capital concentrando 43,93% do PIB estadual. As atividades de serviço representam 66,50%.

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Por outro lado, os quinze menores municípios participaram com apenas 0,5% do PIB estadual, apresentando forte participação das atividades de Administração pública e de Serviços. Por fim, nota-se que a grande maioria dos municípios cearenses, em torno de 72% deles, são ainda extremamente dependentes do setor público, mostrando uma carência de desenvolvimento impulsionado por outras formas de produção, em especial a indústria.

Os quinze maiores municípios – Fortaleza, Maracanaú, Caucaia, Sobral, Juazeiro do Norte, Eusébio, São Gonçalo do Amarante, Aquiraz, Crato, Iguatu, Horizonte, Itapipoca, Aracati, Maranguape e Pacatuba - participam com 71,74 por cento do PIB total cearense. Desses, nove municípios estão presentes na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) (61,69 por cebnto), um na Região Metropolitana de Sobral (RMS) (3,12 por cento), dois na Região Metropolitana do Cariri (RMC) (4,09 por cebnto) e três localizados no interior do Estado (2,84 por cento). No que se refere à Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), esta respondeu por 63,2% do PIB cearense.

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Os 15 municípios com menor PIB (2015) no Ceará, são: Granjeiro, Baixio, pacujá, Senador Sá, Umari, Potiretama, Altaneira, Pires Ferreira, General Sampaio, Ererê, Arneiroz, Antonina do Norte, Guaramirança, tarrafas e Itaiçaba. O Documento, que foi elaborado pelos analistas de Políticas Públicas do Ipece Alexsandre Lira Cavalcante, Cleyber Nascimento de Medeiros, Nicolino Trompieri Neto, Witalo de Lima Paiva e Daniel Suliano, como também por Rogério Barbosa Soares, assessor Técnico.

 

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Com informações do IPECE

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