“Deram as respostas que o Brasil queria ouvir”
Uma das “estrelas” da CPMI do Cachoeira, o deputado federal Silvio Costa (PTB-PE) avaliou como positivos os depoimentos dos governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF); segundo o parlamentar, os dois gestores contribuíram muito para o processo de investigação, destacando a participação do petista: “Foi melhor”
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Raphael Coutinho _PE247 – “Os dois convenceram e deram as respostas que o Brasil queria ouvir”. Essa foi a avaliação do deputado federal Silvio Costa (PTB-PE), membro da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga o contraventor Carlinhos Cachoeira, sobre os depoimentos dos governadores Marconi Perillo (GO) e Agnelo Queiroz (DF). Para o parlamentar pernambucano, os dois contribuíram para o andamento das investigações da CPMI. “Mas o Agnelo se saiu melhor”, cravou.
“O Perillo foi muito bem. Só ficou a dúvida sobre dois cheques que ele recebeu e não explicou por que não observou quem estava emitindo os cheques”, comentou Silvio Costa, que vem ganhando cada vez mais destaque dentro da Comissão. Já sobre Agnelo, o petebista disse que o governador foi “profundamente convincente”. “O governador Agnelo contribuiu muito para a CPMI. Por iniciativa própria, sugeriu a quebra de sigilos”, destacou.
Ainda segundo o parlamentar, Agnelo Queiroz afirmou que não sabia sobre a intenção do senador goiano Demóstenes Torres (sem partido) em pedir o seu impeachment. “Isso indica que o Agnelo não estava agradando aos interesses de Cachoeira, já que Demóstenes era o braço legislativo da quadrilha. Além disso, ele só ficou com a Delta no Distrito Federal por causa de uma liminar da empresa, que ganhou na Justiça o direito de atuar”, pontuou.
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