“DEM, PSDB e PSC não são confrontantes. São complementares”
A declaração é do vice-presidente do PSDB em Sergipe, o empresário Antônio Monteiro Neto, um dos maiores entusiastas da candidatura do senador Eduardo Amorim (PSC) à sucessão do governador Marcelo Déda (PT) no próximo ano e um dos mais críticos ao lançamento do nome do prefeito João Alves Filho (DEM) ao Governo em 2014; para ele, o PSDB apoiar o vice-governador Jackson Barreto (PMDB) seria inviável
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Valter Lima, do Sergipe 247 – O empresário Antônio Monteiro Neto, vice-presidente estadual do PSDB e pré-candidato a deputado federal, avalia que, no cenário político sergipano, na atualidade, não há espaço para divergências entre os partidos que fazem oposição ao Governo Marcelo Déda (PT).
“Acredito na convergência entre DEM, PSDB, PSC, PPS. É uma construção em que acredito e pela qual estou trabalhando. Hoje, apoiamos João na capital. Queremos uma grande união. Será tomada a melhor decisão para o PSDB em 2014. Em nível estadual, a maior força é o grupo do senador Eduardo Amorim e eu defendo que para o engrandecimento do PSDB devamos ir com ele. Não somos confrontantes, somos complementares. E é nisso que acredito”, afirmou ao Sergipe 247.
Para ele, um dos maiores entusiastas da candidatura do senador Eduardo Amorim (PSC) ao Governo do Estado, não seria lógico o PSDB apoiar, por exemplo, a candidatura do vice-governador Jackson Barreto (PMDB). “O PMDB é um grande partido, mas coligar com Jackson, hoje, estaria mais distante. Seria inviável apoiá-lo, porque o PMDB apóia o PT. E nós fazemos oposição ao PT”, ressaltou.
Sobre as divergências com o secretário-geral do partido, o vice-prefeito da capital, José Carlos Machado, Antônio Neto minimizou: “o que existe dentro do PSDB é diversidade de opiniões. Ali é olhar olho no olho, entre pessoas sérias que têm diversidade de opiniões sobre o que é melhor para o partido. Veja que eu não estou falando em divergências, falo em diversidade. No momento certo o partido vai se decidir”.
E se a maioria do PSDB não optar pelo apoio a Amorim? “Se o PSDB se definir por outro caminho aí é uma desconversa, é porque não conversamos direito. Como acredito em muita conversa, acho que todos saberão tomar a melhor decisão”, respondeu.
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