Defensoria vai à Justiça após Estado não pagar o Plansaúde

A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) requereu à Justiça que haja o levantamento de valores para que cerca de R$ 14,4 milhões sejam destinados ao Funsaúde, fundo financeiro ligado ao Plansaúde; a DPE apresentou o requerimento à Justiça após o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos em Saúde do Tocantins (Sindessto) informar à instituição que o governo estadual não fez o repasse de R$ 14.493.698,00 destinados ao Plano, descumprindo o que foi acordado e decidido em audiência realizada no Fórum de Palmas no último dia 30

A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) requereu à Justiça que haja o levantamento de valores para que cerca de R$ 14,4 milhões sejam destinados ao Funsaúde, fundo financeiro ligado ao Plansaúde; a DPE apresentou o requerimento à Justiça após o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos em Saúde do Tocantins (Sindessto) informar à instituição que o governo estadual não fez o repasse de R$ 14.493.698,00 destinados ao Plano, descumprindo o que foi acordado e decidido em audiência realizada no Fórum de Palmas no último dia 30
A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) requereu à Justiça que haja o levantamento de valores para que cerca de R$ 14,4 milhões sejam destinados ao Funsaúde, fundo financeiro ligado ao Plansaúde; a DPE apresentou o requerimento à Justiça após o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos em Saúde do Tocantins (Sindessto) informar à instituição que o governo estadual não fez o repasse de R$ 14.493.698,00 destinados ao Plano, descumprindo o que foi acordado e decidido em audiência realizada no Fórum de Palmas no último dia 30 (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) requereu à Justiça que haja o levantamento de valores para que cerca de R$ 14,4 milhões sejam destinados ao Funsaúde, fundo financeiro ligado ao Plansaúde. A DPE apresentou o requerimento à Justiça após o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos em Saúde do Tocantins (Sindessto) informar à instituição que o governo estadual não fez o repasse de R$ 14.493.698,00 destinados ao Plano, descumprindo o que foi acordado e decidido em audiência realizada no Fórum de Palmas no último dia 30.

A manifestação da DPE informa à Justiça que não foi feito ao Plansaúde o pagamento, no dia 15 de novembro, como foi decidido em audiência. Por conta do descumprimento, os defensores públicos Felipe Lopes Barboza Cury e Arthur Luiz Pádua Marques, titulares do Núcleo de Defesa da Saúde (Nusa) e da 30ª Defensoria Pública da Saúde da Capital, respectivamente, requerem a expedição de alvará e o levantamento do valor da conta do Estado, considerando que, na audiência, já foi deferido o bloqueio de valores, em caso de descumprimento.

O valor do bloqueio é aproximado apenas ao que já foi descontado nos salários dos servidores nos últimos seis meses e que, para os Defensores Públicos, foi apropriado indevidamente pelo governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), que não repassou a valor arrecadado ao fundo do Plansaúde.

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“(...) caso não seja encontrado o numerário para levantamento do valor, requer o afastamento cautelar do secretário da Fazenda do Estado do Tocantins, Paulo Antenor de Oliveira, até que o Governador cumpra a decisão, (...)”, consta em trecho da manifestação. O objetivo dos defensores públicos é garantir os atendimentos por meio do Plano aos servidores que aderiram ao Plansaúde.

Entenda

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Os prestadores de serviço do Plansaúde paralisaram as atividades, em outubro deste ano, por falta de pagamento do governo. Porém, os atendimentos foram retomados após a audiência na Justiça, quando Estado garantiu o parcelamento da dívida com prestadores de serviço para quitar o pagamento em atraso. Contudo, o Sindessto relatou à DPE que o pagamento não foi feito.

A gestão do Plansaúde é do titular da Secretaria Estadual da Administração (Secad), porém, a liberação de pagamentos é feita após a autorização da Sefaz.

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Com o dinheiro arrecadado dos servidores pela participação no Plansaúde no Funsaúde, como requer a Defensoria, caberá ao gestor da Secad decidir pelo pagamento.

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