Daniel Coelho cobra informações sobre o OP
Candidato do PSDB foi até a Prefeitura do Recife pedir detalhes sobre o Orçamento Participativo; objetivo do candidato é criar um novo formato para o programa
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Raphael Coutinho _PE247 – O prefeiturável tucano Daniel Colho, da coligação Renova Recife (PSDB/PPS/PTdoB), foi até a Prefeitura do Recife, nesta terça-feira (17), pedir informações sobre o Orçamento Participativo (OP). Junto com a sua candidata à vice, Débora Albuquerque, o parlamentar protocolou o documento para que sejam elencadas as três ações prioritárias votadas pela população nas plenárias do OP, desde 2001. O objetivo do candidato é obter o maior número de informações para criar um novo formato.
“Assumimos o compromisso de zerar essas pendências antes de realizar novas votações, portanto, precisamos saber oficialmente quais são. Já temos algumas informações, como a da comunidade Terra Nostra, no Ibura, que elegeu a construção de um habitacional como prioridade por três votações consecutivas e nada foi feito. Isso desestimula a participação das pessoas e desacredita a gestão", avaliou o candidato.
Daniel pretende tornar o projeto mais atrativo, para que haja maior engajamento da população, inclusive individualmente. "O formato de plenárias é necessário quando se quer politizar ou manipular a votação e não é esse nosso interesse, queremos ouvir as pessoas e isso pode ser feito por meio de urnas ou de um site seguro, por exemplo", observou.
Outra reformulação que Daniel pretende implantar no OP é levar à votação apenas obras de melhoria, não as que são direito básico do cidadão. "Não faz sentido as pessoas votarem pela instalação de um posto de saúde ou contenção de uma barreira. Essas são ações que o município tem obrigação de fazer, independente de a população pedir", acrescentou.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247