Dallagnol defende prisão de Aécio Neves

"O afastamento objetiva proteger a sociedade. Desobedecido, a solução é prender Aécio, conforme pediu o PGR Janot", publicou no Twitter o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato; mesmo depois da determinação do ministro do STF Edson Fachin, que negou o pedido de prisão contra o senador feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas afastou Aécio do cargo, o gabinete do tucano continua funcionando normalmente no Senado; na última sexta, Janot reforçou ao Supremo o pedido de prisão do parlamentar, flagrado pela PF pedindo R$ 2 milhões para o empresário Joeslely Batista

"O afastamento objetiva proteger a sociedade. Desobedecido, a solução é prender Aécio, conforme pediu o PGR Janot", publicou no Twitter o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato; mesmo depois da determinação do ministro do STF Edson Fachin, que negou o pedido de prisão contra o senador feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas afastou Aécio do cargo, o gabinete do tucano continua funcionando normalmente no Senado; na última sexta, Janot reforçou ao Supremo o pedido de prisão do parlamentar, flagrado pela PF pedindo R$ 2 milhões para o empresário Joeslely Batista
"O afastamento objetiva proteger a sociedade. Desobedecido, a solução é prender Aécio, conforme pediu o PGR Janot", publicou no Twitter o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato; mesmo depois da determinação do ministro do STF Edson Fachin, que negou o pedido de prisão contra o senador feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas afastou Aécio do cargo, o gabinete do tucano continua funcionando normalmente no Senado; na última sexta, Janot reforçou ao Supremo o pedido de prisão do parlamentar, flagrado pela PF pedindo R$ 2 milhões para o empresário Joeslely Batista (Foto: Gisele Federicce)


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Minas 247 - O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, defendeu no Twitter nesta segunda-feira 12 a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

"O afastamento objetiva proteger a sociedade. Desobedecido, a solução é prender Aécio, conforme pediu o PGR Janot", postou Dallagnol.

Mesmo depois da determinação do ministro do STF Edson Fachin, que negou o pedido de prisão contra o senador feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mas afastou Aécio do cargo, o gabinete do tucano continua funcionando normalmente no Senado.

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Segundo reportagens da Folha e do Estado de S.Paulo, Aécio também continua recebendo todos os auxílios à disposição dos parlamentares que estão no exercício do mandato.

Na última sexta-feira 9, Janot reforçou ao Supremo o pedido de prisão do parlamentar, flagrado pela pela Polícia Federal pedindo R$ 2 milhões em propina para o empresário Joeslely Batista, dono da JBS. Seu primo Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred, que recebeu parte do dinheiro, está preso.

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Para Janot, que também pediu a manutenção da prisão da irmã de Aécio, Andrea Neves, "a abundância de provas materiais concretas e idôneas imputadas aos presos em concurso com Aécio Neves, a alta gravidade do delito e o risco de reiteração" tornam "a prisão preventiva imprescindível para garantia da ordem pública".

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