CPI do Cachoeira: Odair saiu com "cara de palhaço"
Jornalista baiano Samuel Celestino afirma que a CPI do Cachoeira foi perda de tempo e uma tentativa do PT de desviar o foco da opinião pública do julgamento da Ação Penal 470, o 'mensalão', no Supremo Tribunal Federal (STF); Celestino avalia que o relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG), "figura apagada, que só faz lambanças", saiu com "cara de palhaço"; em suma, o jornalista afirma que a CPI "deu em nada"
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Bahia 247
Um dos principais comentaristas de política da Bahia, o jornalista Samuel Celestino (colunista de A Tarde e imortal da Academia de Letras do Estado), avalia que o deputado Odair Cunha (PT-MG) ficou com cara de "palhaço" por causa de sua atuação na CPI do Cachoeira, a qual Celestino chama de "CPI do Nada".
Em comentário no seu site, o Bahia Notícias, o articulista afirma que a comissão foi perda de tempo e uma tentativa do PT de desviar o foco da opinião pública no julgamento da Ação Penal 470, o 'mensalão', no Supremo Tribunal Federal. Abaixo o comentário do jornalista baiano.
A CPI do Nada
Por Samuel Celestino
A CPI do Cachoeira foi inventada para desfocar o mensalão, dividindo as atenções da opinião pública. A ideia nasceu no PT e em rápida leitura não estaria errada, tanto assim que a oposição ficou em minoria. A presidência ficou com um petista, Odair Cunha, figura apagada, que só fez lambanças. Pediu documentos ao Ministério Público e à Polícia Federal que de pouca valia tiveram. Os convocados para depor nada disseram. Usaram o silêncio permitido em lei. A CPI se tonou pizza e, para completar, embora tivessem maioria, os governistas, acabaram por perder a votação do relatório para a oposição. Uma surpresa. Nada, porém, que importe. Os integrantes da Comissão gastaram tempo, dinheiro da República e, no seu final, foi produzido um relatório mixuruca de lauda e meia, um ratinho sem a menor valia. Ninguém foi indiciado. Nem Cachoeira. O que fizeram foi da forma que tudo começou: devolver os documentos recebidos à PF e ao MP, enquanto o presidente da CPI, deputado Odair Cunha, ficou com cara de palhaço, mas, em compensação, ganhou seus 15 minutos de glória e fama na mídia. Para ele, mais do que suficiente.
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