Correia: laudo validou lista de Furnas, mas não há prova contra Aécio?
"Aécio encomendou R$ 2 milhões de propinas e seu primo foi pego com as malas. Laudo técnico validou lista de Furnas. E o delegado não tem provas?", indaga o deputado estadual Rogério Correia em suas redes sociais; ontem, em relatório enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, o delegado Alex Levi Resende decidiu não dar continuidade à investigação contra o tucano, justificando que "não é possível atestar que senador realizou as condutas criminosas que lhe são imputadas"; Aécio é recordista de citações em delações; o lobista Fernando Horneaux Moura, condenado a 16 anos, chegou a dizer que um terço da propina da empresa ia para ele
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Minas 247 - O deputado estadual Rogério Correia usou suas redes sociais para manifestar as arbitrariedades na decisão de encerrar a investigação contra Aécio Neves no caso Furnas.
"Aécio encomendou R$ 2 milhões de propinas e seu primo foi pego com as malas. Laudo técnico validou lista de Furnas. E o delegado não tem provas?", indaga.
"Basta ler o inquérito da doutora Andreia Baião, procuradora do MP, e o laudo da PF sobre a lista de Furnas. As provas contra Aécio estão lá!", completa.
Ontem, em relatório enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, o delegado Alex Levi Resende decidiu não dar continuidade à investigação contra o tucano.
O delegado afirmou que "não é possível atestar que senador realizou as condutas criminosas que lhe são imputadas".
Aécio Neves (PSDB-MG) era investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado por delatores de envolvimento em um esquema de corrupção na estatal do setor elétrico. O lobista Fernando Horneaux Moura, condenado a 16 anos, chegou a dizer que um terço da propina da empresa ia para o presidente nacional do PSDB.
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