Convocação de Cabral gera bate-boca feroz na CPI
Deputados Rubens Bueno (PPS-PR) e Leonardo Picciani (PMDB-RJ) discutiram rispidamente sobre a questão; reunião acontece no Senado e os parlamentares ainda discutem o prazo de prorrogação dos trabalhos da CPI
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Anderson Vieira, da Agência Senado
Uma possível convocação do governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, terminou em bate-boca entre dois deputados na CPI do Cachoeira na manhã desta quarta-feira. Os deputados Leonardo Picciani (PMDB-RJ) e Rubens Bueno (PPS-PR) discutiram rispidamente sobre a questão.
Rubens Bueno reclamou que a Delta foi blindada por tudo e por todos, assim como Sérgio Cabral: "Estamos há 60 dias sem tomar nenhuma decisão ou atitude. O principal suspeito desta CPI é o Cabral. O que ele tem a esconder?".
Ao defender o chefe do Executivo fluminense, Leonardo Picciani chamou Bueno de leviano. "Cabral não foi convocado porque o nome dele não foi citado sequer uma vez nas milhares de gravações. Relação com o dono da delta era no plano pessoal e o governador jamais a escondeu", rebateu.
A reunião da CPI acontece no Senado e os parlamentares ainda discutem o prazo de prorrogação dos trabalhos da CPI.
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