Contra Reforma da Previdência, PF anuncia estado de greve
Policiais Federais de Alagoas e de todo Brasil promovem ato nesta quarta-feira (5) e vão entrar em Estado de Greve, atendendo decisão do Conselho de Representantes da Federação Nacional dos Policiais Federais( FENAPEF); o presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Alagoas, Flávio Moreno, afirma que a decisão dos representantes nacional dos Policiais Federais, em assembleia geral ocorrida em Brasília, foi unânime; para ele, “um Governo com 9 ministros e um Congresso com centenas de parlamentares envolvidos nas denúncias da Lava Jato e casos de corrupção não tem legitimidade moral e ética para retirar direitos conquistados as duras penas pela população do país”
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Alagoas 247 - Policiais Federais de Alagoas e de todo Brasil promovem ato no dia 5 de abril e vão entrar em Estado de Greve, atendendo decisão do Conselho de Representantes da Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), constituído pelos 27 Sindicatos dos Policiais Federais do Brasil, que deliberou e aprovou por unanimidade a contrariedade à reforma da previdência e pela convocação de assembleias nos Estados e DF a serem realizadas em frente as Superintendências Regionais e em cada uma das Delegacias, nesta quarta-feira (5), às 10h, a fim de que a categoria delibere sobre a decretação de “Estado de Greve” como forma de protesto contra a PEC 287/2016, que acaba com a Aposentadoria Policial e com a Previdência Pública.
Em Alagoas, o ato ocorrerá na sede da Polícia Federal, no Jbairro de araguá. O Presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Alagoas, Flávio Moreno, afirma que a decisão unânime dos representantes nacional dos Policiais Federais em assembleia geral ocorrida em Brasília, nos dias 30 e 31/03, contra a totalidade da reforma da previdência que confisca o direito de aposentadoria do povo foi a decisão mais acertada em defesa da atual e futuras gerações de brasileiros.
Segundo Moreno, "um Governo com 9 ministros e um Congresso com centenas de parlamentares envolvidos nas denúncias da Lava Jato e casos de corrupção não tem legitimidade moral e ética para retirar direitos conquistados as duras penas pela população do país, para atender interesses escusos de políticos, bancos e empresas de previdência privada. A Lava Jato mostrou como funciona. A conta da corrupção não pode ser paga pela sociedade, somente um novo Governo e Congresso podem reformar a previdência. Primeiramente, que retornem aos cofres públicos os bilhões de reais desviados pela corrupção, todos os anos".
As operações e trabalhos de inteligência desenvolvidos por Agentes Federais não vão ser afetadas pelo Estado de greve."
Os Policiais Federais que já mostraram sua contrariedade à Reforma em atos promovidos pela União dos Policiais do Brasil, também decidiram nacionalmente se juntar às outras categorias e entidades como OAB e CNBB e centrais sindicais contra a reforma da previdência.
Com assessoria
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