Contra Aécio, Dilma quer um mineiro no Transporte
Embora a presidente seja mineira, Minas Gerais nunca esteve tão pouco representada num governo federal como agora; o único ministro do estado é Fernando Pimentel, que faz parte da cota pessoal de Dilma; os peemedebistas de Minas querem os Transportes e ameaçam se bandear para o lado de Aécio Neves, caso a presidente não atenda o pedido
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247 - O Palácio do Planalto contrata. E o principal atributo do candidato é a certidão de nascimento. A presidente Dilma Rousseff, que é mineira, está em busca de um conterrâneo para corrigir uma distorção de seu governo: nunca, na história recente, Minas Gerais esteve tão subrepresentada num governo federal como agora – hoje, o único mineiro é Fernando Pimentel, da cota pessoal da presidente.
O emprego em questão é valioso: o ministério dos Transportes, que administra um dos maiores orçamentos da Esplanada dos Ministérios e gerencia investimentos de mais de R$ 40 bilhões, em estradas, portos e ferrovias. A pasta deve ser entregue ao PMDB de Minas, que, há meses, ameaça se bandear para o lado do senador Aécio Neves (PSDB/MG), se não tiver suas reivindicações atendidas.
Um nome natural do partido para a pasta seria o senador Clésio Andrade (PMDB/MG), que preside a Confederação Nacional dos Transportes e, portanto, entende do setor. Mas Dilma ainda não bateu o martelo. "Estamos lutando para conseguir um espaço para Minas. Se não acontecer, a bancada mineira vai tomar seu rumo", disse o deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), que já foi cotado para o mesmo ministério.
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