Confiança do setor de serviços cai 11%

O Índice de Confiança do Setor de Serviços de Pernambuco (ICS-PE), no mês de março, recuou 11% em relação ao mesmo período de 2012, ao passar de 134,4 pontos 119,7 pontos ; os dados, divulgados pela Agência de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostram uma relativa estabilidade da taxa se comparados com o mês de fevereiro, quando o índice recuou 10,5%; movimento semelhante ocorreu em âmbito nacional (ICS-BR), cuja queda passou de -5,7%, em fevereiro, para -5,5% em março

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PE247 - O Índice de Confiança do Setor de Serviços de Pernambuco (ICS-PE), no mês de março, recuou 11% em relação ao mesmo período de 2012, ao passar de 134,4 pontos 119,7 pontos – a escala vai de 0 a 200. Os dados, divulgados pela Agência de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostram uma relativa estabilidade da taxa se comparados com o mês de fevereiro, quando o índice recuou 10,5%. Movimento semelhante ocorreu em âmbito nacional (ICS-BR), cuja queda passou de -5,7%, em fevereiro, para -5,5% em março.

Conforme o levantamento, tanto o Volume de Demanda Atual, quanto a Situação Atual dos Negócios - quesitos que compõem o ISA-PE – mantiveram-se em declínio, no mês de março, atingindo -18,4% (114,1 pontos para 92,6) e -9,3% (119,5 para 108,4), respectivamente. Das empresas consultadas 12,2% avaliaram a demanda como forte (contra 25,2% em 2012); 19,6% como fraca (ante 11,1%); 22,3% consideraram a situação dos negócios como boa (ante 26,2%) e 13,9% como ruim (ante 6,7%).

Quanto às expectativas dos empresários para os próximos meses, medida pelo IE-PE, o quesito Demanda prevista intensificou sua queda, passando de -5,5%, em fevereiro, para -6,4%, em março. A proporção de empresas prevendo demanda maior ficou em 51,4% (ante 56,8% em 2012) e a parcela das que esperam uma piora atingiu 8,4% (contra 4,1% no ano anterior).

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O quesito Tendência dos negócios também apresentou queda passando de -7,1%, em fevereiro, para -11,0%, em março. As empresas que esperam uma situação melhor atingiram 40,9% (ante 55,7%) e as que preveem piora na situação alcançaram 6,3% (ante 4,5%).

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