Condenação em Minas é "perseguição política"
Ex-presidente do PT afirmou que há "coincidências estranhas" que envolvem o seu nome no processo julgado pela Justiça Federal em Minas Gerais; "Se o PT tinha patrimônio e depois pagou a dívida em cinco anos, como isso é falsidade ideológica?", questiona o petista, que já foi condenado por corrupção ativa no julgamento da AP 470, o 'mensalão', no STF
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Minas 247
Prestes a ser julgado pelo crime de formação de quadrilha e já condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão, o ex-presidente do PT, José Genoíno, disse nesta quinta-feira (18) que a Justiça Federal em Minas Gerais cometeu "um ato de perseguição política" ao lhe condenar na terça (16) a quatro anos de prisão por falsidade ideológica.
Genoíno afirmou que há "coincidências estranhas" que envolvem o seu nome. "Se o PT tinha patrimônio e depois pagou a dívida em cinco anos, como isso é falsidade ideológica?", questionou Genoíno.
"Quando deixei de ser presidente do PT, em 2005, sofri execução judicial e, como não tinha bens, minha conta chegou a ser bloqueada. Só foi desbloqueada depois que a direção do PT negociou com o banco e acertou o pagamento do empréstimo em cinco anos, de 2007 a 2011", completou o petista.
No entanto, a juíza Camila Velano, da 4ª Vara da Justiça Federal, entendeu que houve utilização de "contratos falsos" e "práticas fraudulentas" envolvendo o PT com instituições financeiras.
Decisão em Minas é fruto do desmembramento do processo do mensalão. Além de Genoíno, o ex-tesoureiro da legenda, Delúbio Soares, e ex-dirigentes do BMG foram condenados pela magistrada. Com informações de O Estado de São Paulo.
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