Como Temer, Alckmin quer congelar investimentos e salários

Na esteira dos cortes de investimentos do governo Temer, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que congelará por dois anos os investimentos nas áreas da saúde, educação, transportes e demais áreas de serviços; o projeto é semelhante ao congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos proposto pelo governo federal, conhecido como a 'PEC do Teto dos Gastos'

Na esteira dos cortes de investimentos do governo Temer, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que congelará por dois anos os investimentos nas áreas da saúde, educação, transportes e demais áreas de serviços; o projeto é semelhante ao congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos proposto pelo governo federal, conhecido como a 'PEC do Teto dos Gastos'
Na esteira dos cortes de investimentos do governo Temer, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que congelará por dois anos os investimentos nas áreas da saúde, educação, transportes e demais áreas de serviços; o projeto é semelhante ao congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos proposto pelo governo federal, conhecido como a 'PEC do Teto dos Gastos' (Foto: Paulo Emílio)


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SP 247 - Na esteira dos cortes de investimentos do governo Temer, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que congelará por dois anos os investimentos nas áreas da saúde, educação, transportes e demais áreas de serviços que vão trazer prejuízos a toda a população paulista.

O projeto é semelhante ao congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos proposto pelo governo federal, conhecido como a 'PEC do Teto dos Gastos'.

Pela proposta tucana, o governo só poderá aumentar os investimentos de acordo com a inflação do ano anterior, medida pela variação do IPCA. Ou seja, os investimentos nas áreas sociais serão praticamente zero. Mesmo se houver crescimento, a regra se mantém.

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Para debater os reflexos dessa medida, as centrais sindicais CUT, Nova Central, Intersindical, Força Sindical e Conlutas, além de movimentos populares e sociais que compõe a Frente Brasil Popular, estarão na Assembleia nesta terça-feira 17, a partir das 14h.

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