Comissão de Ética pode investigar ministra que se comparou a escravos
A Comissão de Ética Pública da Presidência está avaliando se a ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, será investigada pelo pedido para ganhar R$ 61,4 mil de salário sob alegação de 'trabalho escravo'; a expectativa é de que a tucana seja demitida por Temer nos próximos dias; a desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia causou indignação ao se comparar a escravos e dizer que seus R$ 30,7 mil de salário mensal não são suficientes para se alimentar e comprar roupas, maquiagens e sapatos
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Bahia 247 - A Comissão de Ética Pública da Presidência está avaliando se a ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, será investigada pelo pedido para ganhar R$ 61,4 mil de salário sob alegação de 'trabalho escravo'. A informação é da Coluna do Estadão.
A expectativa é de que a tucana seja demitida por Temer nos próximos dias, de acordo com informação do jornal Folha de São Paulo.
A desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia causou indignação ao se comparar a escravos e dizer que seus R$ 30,7 mil de salário mensal não são suficientes para se alimentar e comprar roupas, maquiagens e sapatos.
Ela queria formalizar pedido de autorização para receber também o salário de desembargadora, e acumular rendimentos mensais de R$ 61,4 mil.
Ela tentou contornar a polemica dizendo que é "mulher preta e pobre". Continuou sem agradar.
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