Com confirmação da Hungria, todos os países-sedes da Eurocopa estão infectados com coronavírus

Confirmação de casos de coronavírus na Hungria, pelo presidente Viktor Orban, aumenta a preocupação dos europeus para a realização da Eurocopa

Coronavírus preocupa eurocopa
Coronavírus preocupa eurocopa (Foto: Reuters)


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247 - O coronavírus tornou-se um ponto gigantesco de crise. Dando prejuízo bilionário à economia mundial, a epidemia tem causado o cancelamento e/ou adiamento de diversos eventos esportivos ou culturais. A Europa é o segundo continente mais afetado pelo vírus e um dos eventos mais importantes do ano, a Eurocopa, está ameaçada pelo surto que atinge o continente.
No geral, o futebol europeu inteiro já demonstra preocupação. Partidas de diversos campeonatos nacionais, como na Itália, foram adiadas e outras foram realizadas sem abertura para o público. Medidas estão sendo tomadas por alguns clubes. Matéria do Daily Mail de 28 de fevereiro noticia que a equipe inglesa Newcastle proibiu, por exemplo, o aperto de mãos entre jogadores.

Reportagem do Goal, do portal Terra, informa que 12 sedes do torneio, que está programado para acontecer entre 12 de junho a 12 de julho, entraram em alerta por conta de epidemia. As sedes (e seus estádios) são as seguintes: Wembley Stadium (Londres); Estádio Olímpico (Baku); Fußball Arena München (Munique); Olímpico em Roma; Estádio de São Petesburgo; Johan Cruijff Arena (Amsterdã); Estádio de San Mamés (Bilbao); Arena Nacional (Bucareste); Estádio Parken (Copenhagen); Dublin Arena.

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Foi informado nesta quarta, 4, pela cobertura do jornal francês Le Figaro que “o primeiro ministro Viktor Orban confirmou os dois primeiros casos de coronavírus no território húngaro: dois estudantes iranianos”. O único país que, até ontem (3), não estava infectado pelo vírus.

Por conta disso, o adiamento não está sendo descartado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino. “Não podemos descartar nada, mas não podemos entrar em pânico. Pessoalmente, não estou preocupado, mas devemos avaliar seriamente a situação, embora esperamos não avançar em direção a uma suspensão de eventos em escala mundial", disse Infantino a um congresso da UEFA.

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Já o vice-presidente da UEFA afirmou que "estamos numa fase de espera. Estamos a monitorizar país a país e o futebol deve seguir as regras dos países individualmente. Não queremos parar, mas o trajeto desportivo será bloqueado se a situação piorar", à Rai Radio 1 Sport's.

O evento esportivo europeu movimenta bilhões pelo continente e, desta forma, o agravamento da crise epidêmica pode ser mais um duro golpe contra a economia dos países-sedes.

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