Com Casa Militar na mira da PF, governo de PE diz que operação foi espetáculo desnecessário

Com a Casa Militar na mira da Operação Torrentes por conta da suspeita de fraudes e desvios em contratos da ordem de R$ 450 milhões, o Governo de Pernambuco afirmou, por meio de nota, que a ação da Polícia Federal é "lamentável" e "desproporcional"; ação cumpriu mandados de busca e apreensão no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo; "É absolutamente lastimável o processo de espetacularização negativa das atividades de controle da atuação pública", diz o texto; suspeitas recaem sobre contratos de R$ 450 milhões destinados a reparar danos provocados pelas enchentes na Mata Sul em 2007 e 2010; na época, o governador era Eduardo Campos (PSB), falecido em um acidente aéreo durante a última campanha presidencial

Com a Casa Militar na mira da Operação Torrentes por conta da suspeita de fraudes e desvios em contratos da ordem de R$ 450 milhões, o Governo de Pernambuco afirmou, por meio de nota, que a ação da Polícia Federal é "lamentável" e "desproporcional"; ação cumpriu mandados de busca e apreensão no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo; "É absolutamente lastimável o processo de espetacularização negativa das atividades de controle da atuação pública", diz o texto; suspeitas recaem sobre contratos de R$ 450 milhões destinados a reparar danos provocados pelas enchentes na Mata Sul em 2007 e 2010; na época, o governador era Eduardo Campos (PSB), falecido em um acidente aéreo durante a última campanha presidencial
Com a Casa Militar na mira da Operação Torrentes por conta da suspeita de fraudes e desvios em contratos da ordem de R$ 450 milhões, o Governo de Pernambuco afirmou, por meio de nota, que a ação da Polícia Federal é "lamentável" e "desproporcional"; ação cumpriu mandados de busca e apreensão no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo; "É absolutamente lastimável o processo de espetacularização negativa das atividades de controle da atuação pública", diz o texto; suspeitas recaem sobre contratos de R$ 450 milhões destinados a reparar danos provocados pelas enchentes na Mata Sul em 2007 e 2010; na época, o governador era Eduardo Campos (PSB), falecido em um acidente aéreo durante a última campanha presidencial (Foto: Paulo Emílio)


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Pernambuco 247 - Com a Casa Militar na mira da Operação Torrentes por conta da suspeita de fraudes e desvios em contratos da ordem de R$ 450 milhões, o Governo de Pernambuco afirmou, por meio de nota, que a ação desencadeada nesta quinta-feira (9) pela Polícia Federal é "lamentável" e "desproporcional". A ação da PF cumpriu mandados de busca e apreensão no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo. Dentre os mandados de condução coercitiva estão os do ex-comandante da Polícia Militar Carlos D'Albuquerque e doo coronel Mário Cavalcanti, ex-chefe da Secretaria da Casa Militar.

Segundo a nota do Governo do Estado, a Operação Torrentes poderia ter tido acesso aos documentos sem a necessidade da utilização do aparato policial. A ação investiga um suposto esquema de fraudes e superfaturamento em licitações, obras e contratos firmados após as enchentes de 2007 e 2010 na Mata Sul. "É absolutamente lastimável o processo de espetacularização negativa das atividades de controle da atuação pública. O que assistimos hoje é exemplo da grave prática de buscar criminalizar toda a atuação dos agentes públicos e políticos", diz o texto da nota.
Na época, o governador de Pernambuco era Eduardo Campos (PSB), falecido em um acidente aéreo durante a última campanha presidencial. Atualmente, o estado é governado pelo sucessor do socialista, Paulo Câmara (PSB).

Em, outro trecho do texto, o governo estadual alega que "o acesso a todos os documentos e equipamentos ali localizados, assim como a qualquer outro documento público, poderia ter sido solicitado sem a necessidade de qualquer ordem judicial". O detalhe, porém, é que o relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que resultou na operação policial, atestou a "não comprovação da regular aplicação dos recursos, quer seja pela não prestação dos serviços, quer seja pela não entrega dos bens contratados". O governo, porém, nega que os prazos tenham sido descumpridos ou que os documentos não tenham sido apresentados aos órgãos de fiscalização e controle

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