Com caroço de azeitona, brasileiros e espanhóis criam cimento ecológico

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e da Universidade Politécnica de Valência (UPV) desenvolveram um novo tipo de cimento a partir da cinza do caroço de azeitona e dos resíduos procedentes de alto-fornos; produto é uma alternativa mais sustentável aos cimentos utilizados atualmente e a primeira fabricada somente com esses materiais; novo cimento apresenta também bom desempenho mecânico, pois tem resistência suficientemente elevada para a aplicação na construção

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e da Universidade Politécnica de Valência (UPV) desenvolveram um novo tipo de cimento a partir da cinza do caroço de azeitona e dos resíduos procedentes de alto-fornos; produto é uma alternativa mais sustentável aos cimentos utilizados atualmente e a primeira fabricada somente com esses materiais; novo cimento apresenta também bom desempenho mecânico, pois tem resistência suficientemente elevada para a aplicação na construção
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e da Universidade Politécnica de Valência (UPV) desenvolveram um novo tipo de cimento a partir da cinza do caroço de azeitona e dos resíduos procedentes de alto-fornos; produto é uma alternativa mais sustentável aos cimentos utilizados atualmente e a primeira fabricada somente com esses materiais; novo cimento apresenta também bom desempenho mecânico, pois tem resistência suficientemente elevada para a aplicação na construção (Foto: Voney Malta)


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Da EFE/Agência Brasil - Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e da Universidade Politécnica de Valência (UPV) desenvolveram um novo tipo de cimento a partir da cinza do caroço de azeitona e dos resíduos procedentes de alto-fornos, uma alternativa mais sustentável aos cimentos utilizados atualmente e a primeira fabricada somente com esses materiais. Informação da agência EFE.

Jordi Payá, estudioso do Instituto de Ciência e Tecnologia do Concreto (ICITECH) da UPV, afirmou que o novo produto se destaca, especialmente, pela baixa pegada de carbono e por causar um impacto menor ao meio ambiente. Segundo ele, o trabalho abre uma nova via de negócio para o aproveitamento e a valorização energética dessa biomassa.

De acordo com o pesquisador, o processo para a fabricação é "muito simples", já o resíduo da combustão dos caroços e das outras partículas é moído, a dose adequada de um e de outro é estabelecida e tudo é misturado com água.

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O novo cimento apresenta também bom desempenho mecânico, pois tem resistência suficientemente elevada para a aplicação na construção (300 quilos por centímetro quadrado para compressão), especialmente em pré-fabricados.

Entre as suas novidades, os pesquisadores ressaltaram a substituição do reativo químico - caro e com significativa pegada de carbono - necessário em outros cimentos de ativação alcalina analisados anteriormente pela cinza do careço da azeitona.

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"O nosso trabalho agora está focado em melhorar a fórmula para obter melhor desempenho e estudar durabilidade e opções de aplicação", revelou Payá.

 

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