Com candidatura ameaçada, Alckmin tenta minimizar potencial de Lula
Governador Geraldo Alckmin, que viu sua candidatura a presidência derreter após as delações da Odebrecht que o envolvem em propinas para Caixa 2, disse nesta segunda-feira, 15, minimizou o potencial do ex-presidente Lula, que lidera a preferência do eleitor em todas as pesquisas; "[Lula] é um populista com poucas chances de vencer a eleição presidencial de 2018", disse Alckmin em Nova York; "O candidato mais forte nessa linha de pensamento é o ex-presidente Lula", disse reforçando que o petista "é um candidato forte para ir para o segundo turno e muito pouco viável no segundo turno"
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Infomoney - O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, elevou o tom sobre uma possível disputa pela presidência em 2018, em entrevista na sede da Bloomberg em Nova York, nesta segunda-feira (15). "Acho que estou mais preparado, amadureci mais", disse ao citar a disputa de 2006, quando chegou ao 2º turno e perdeu para o ex-presidente Lula.
Alckmin afirmou ainda que o petista "é um populista com poucas chances de vencer a eleição presidencial de 2018". Para ele, o risco de um candidato populista ser eleito em 2018 "despencou" porque, para vencer no segundo turno, é preciso ter baixa rejeição. "O candidato mais forte nessa linha de pensamento é o ex-presidente Lula", disse reforçando que o petista "é um candidato forte para ir para o segundo turno e muito pouco viável no segundo turno".
O governador defendeu ainda que PSDB decida até o fim deste ano o nome que partido apresentará para a corrida presidencial "para você iniciar o ano eleitoral com quadro definido".
Ao ser questionado sobre a intenção de voto que o prefeito João Doria tem recebido em levantamentos recentes, Alckmin diminuiu a relevância de pesquisas feitas antes do início da propaganda eleitoral: "Ela retrata a última eleição, ela olha para trás e não para frente".
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