COI suspende COB e Nuzman após prisão de dirigente

O Comitê Olímpico Internacional (COI) suspendeu provisoriamente nesta sexta-feira o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e seu presidente, Carlos Arthur Nuzman, um dia após a prisão do dirigente em operação sobre suspeita de compra de votos na eleição que escolheu o Rio de Janeiro como sede olímpica; pagamentos feitos ao Comitê Olímpico do Brasil serão congelados, afirmou o COI, acrescentando a punição não irá afetar atletas brasileiros

Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, deixa sede da Polícia Federal, no Rio de Janeiro 05/10/2017 REUTERS/Bruno Kelly
Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, deixa sede da Polícia Federal, no Rio de Janeiro 05/10/2017 REUTERS/Bruno Kelly (Foto: Aquiles Lins)


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(Reuters) - O Comitê Olímpico Internacional (COI) suspendeu provisoriamente nesta sexta-feira o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e seu presidente, Carlos Arthur Nuzman, um dia após a prisão do dirigente em operação sobre suspeita de compra de votos na eleição que escolheu o Rio de Janeiro como sede olímpica.

Os pagamentos feitos ao Comitê Olímpico do Brasil serão congelados, afirmou o COI, acrescentando a punição não irá afetar atletas brasileiros.

Individualmente, Nuzman foi provisoriamente suspenso de todos os direitos e funções como membro honorário do Comitê Olímpico Internacional.

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Procurado pela Reuters, o COB não tinha um posicionamento de imediato sobre a suspensão.

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