China está invadindo o mercado brasileiro de startups e desbancando os EUA
A China está investindo pesado no mercado latino americano, sobretudo o brasileiro; os motivos para esta são ação são vários, mas o principal é a incerta relação com os Estados Unidos após a eleição de Trump; em outras palavras, antes as nações da América Latina procuravam os EUA para trocas comerciais e oportunidades financeiras, mas com o Trump eles recorrem a China; após as eleições de 2016 os chineses solicitaram o aumento dos acordos de trocas comerciais com a região em US$ 500 bilhões e de investimento estrangeiro em US$ 250 bilhões
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A China está investindo pesado no mercado latino americano, sobretudo o brasileiro. Os motivos para esta são ação são vários, mas o principal é a incerta relação com os Estados Unidos após a eleição de Trump. Em outras palavras, antes as nações da América Latina procuravam os Estados Unidos para trocas comerciais e oportunidades financeiras, mas com o Trump eles recorrem a China.
A China ao contrário dos EUA não tem medo do passado da América Latina. A prova disso é que após as eleições de 2016 os chineses solicitaram o aumento dos acordos de trocas comerciais com a região em US$ 500 bilhões e de investimento estrangeiro em US$ 250 bilhões. E para demonstrar a seriedade do negócio, os principais bancos chineses agora proporcionam mais financiamento para o desenvolvimento das nações latino-americanas que o World Bank, o IDB e CAF juntos.
Outros investimentos pesados da China na região é o financiamento multilateral de plataformas. Foram US$ 20 bilhões do China-LAC Industrial Cooperation Investment Fund e mais US$ 10 bilhões no China-Latin America Infrastructure Fund. E por fim US$ 5 bilhões na China-Latin American Cooperation Fund.
Apesar de ter dobrado as trocas da região com os Estados Unidos desde 2000, o dos chineses se multiplicaram em 22 vezes se tornando o top parceiro para as grandes economias da Américas Latina- Brasil, Chile e Peru. Algo que pode ser visto o movimento da gigante Alibaba e o investimento em startups da região.
No Brasil a empresa de e-commerce acertou um acordo com os Correios, na Argentina também fez acordo para importar vinhos e comidas e no México aceitou compartilhar as melhores práticas de logística e pagamentos com as empresas mexicanas. Todas as ações da gigante visam desenvolver o e-commerce, que na região ainda se encontra subdesenvolvida comparada com outras partes do globo, e também fornecer produtos melhores para a classe média chinesa.
Já em questão de investimentos em startups, tem-se o investimento realizado por Didi Chuxing, a maior empresa de compartilhamento de viagens da China, no valor de US$ 100 milhões no aplicativo 99 para que ele se expanda na América Latina.
Segundo Peter Fernandez, CEO da companhia, “O financiamento da Didi, a tecnologia de ponta e o conhecimento operacional desempenharão um papel de apoio importante à medida que 99 expandir ativamente nossa rede e serviços no Brasil e reestrutura o cenário competitivo na América Latina”.
Os chineses também investiram na PSafe e Bluesmart.
O que vimos até aqui foi só a ponta do iceberg. Os chineses estão se transformando em uma das nações mais inovadoras do planeta. Para conhecê-la a fundo, estamos promovendo a Missão China, onde levaremos brasileiros para conhecer todo o poder da inovação deste país. Conheça aqui.
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